A Wayfarer's Tale
Hear me now, my tale to be told
Of dreams of greed and sins of old
The tide breaks calm and closes in
The sails catch wind my tale begins...
Journey out to sea, Lust and greed follow me
Ride the path to shame, Winds of deceit call my name
Shipwreck of centuries old, Festival of long dead gold
Innocents not long on life, But long to die for my pleasure
Ahead lies the monstrosity
Unveiled in glory for me to see
So sad a fate so many should die
But no more deserved for one such as I
Footstep through the dread, Torn limbs and flesh now shred
Gather together the jewels, From this ship of fools
More lost souls rise from the depths of the sea
And surround me on the shore
"Gamble your soul for this chest of gold
Or dwell with us now and forever more"
I grab for life, a run for gold
The wind's with me, the sails take hold
I am the man, Who cheated death
With new found wealth, and tainted breath
I hear the limbs scrape below
Life breaks surface with death in tow
And now I've learned too late to see
I dwell below for now and eternity
A História de um Viajante
Escute agora, minha história a ser contada
De sonhos de ganância e pecados antigos
A maré quebra calma e se fecha
As velas pegam vento, minha história começa...
Jornada ao mar, Luxúria e ganância me seguem
Caminhe pelo caminho da vergonha, Ventos de engano chamam meu nome
Naufrágio de séculos passados, Festival de ouro há muito morto
Inocentes não vivem muito, Mas desejam morrer para meu prazer
À frente está a monstruosidade
Revelada em glória para eu ver
Que destino triste tantos devem enfrentar
Mas não mais merecido para alguém como eu
Passos pelo medo, Membros rasgados e carne agora despedaçada
Reúna as joias, Deste navio de tolos
Mais almas perdidas surgem das profundezas do mar
E me cercam na praia
"Aposte sua alma por este baú de ouro
Ou fique conosco agora e para sempre mais"
Eu agarro a vida, uma corrida por ouro
O vento está comigo, as velas se seguram
Eu sou o homem, Que enganou a morte
Com nova riqueza, e respiração contaminada
Eu ouço os membros arrastando abaixo
A vida quebra a superfície com a morte a reboque
E agora aprendi tarde demais a ver
Eu habito abaixo por agora e pela eternidade