Los Laureles (part. Josi Cuen y Jorge Medina)
¡Hay que laureles tan verdes!
¡Qué rosas tan encendidas!
Si piensas abandonarme
Mejor quítame la vida
Alza los ojos a verme
Si no estas comprometida
Eres mata de algodón, que vives en el capullo
Hay que tristeza me da
Cuando te llenas de orgullo
De ver a mi corazón, enredado con el tuyo
Puro Zacatecas, chinga
Vámonos recio
Eres rosa de Castilla, que solo en mayo se ve
Quisiera serte un envite, pero la verdad no sé
Si tienes quien te lo evite
Mejor me separaré
Por ahí va la despedida
Chinita por tus quereres
La perdición de los hombres
Son las benditas mujeres
Aquí se acaban cantando
Los versos de Los Laureles
Os Louros (part. Josi Cuen e Jorge Medina)
Olha esses louros tão verdes!
Que rosas tão acesas!
Se você pensa em me deixar
Melhor me tira a vida
Levanta os olhos pra me ver
Se não tá comprometida
Você é flor de algodão, que vive no botão
Que tristeza me dá
Quando você se enche de orgulho
De ver meu coração, enredado com o seu
Puro Zacatecas, caramba
Vamos com tudo
Você é rosa de Castilla, que só em maio aparece
Queria ser um desafio pra você, mas a verdade é que não sei
Se tem quem te impeça
Melhor eu vou me afastar
Por aí vai a despedida
Chinita pelos seus amores
A perdição dos homens
São as benditas mulheres
Aqui se encerram cantando
Os versos de Os Louros
Composição: Pepe Aguilar, Jorge Medina, Josi Cuen