Purification
Cold selections, lives at the crossroads
Steps towards the chambers
Parasites, where's your dignity
Subhuman filth, why to cry? You never lived
Grey mass crawling in the mud into the chambers
Last rites of the feeble, prayers unheard
Locked down like rats, soon to perish
Soon to feel the grip that makes you tremble
Screams of agony fills the air, echoes from below
Abominable corpses, submission in those lifeless eyes
Pouring rain whips the ground. Water runs down to the pits
Bodies upon bodies, rotten, decayed
There lies your salvation! There awaits your God
Feeble herd packed to the chamber. You can smell the fear
Lives coming to an end... Abhorrent screams
Lifeless corpses, bodies piled... Those eyes, stare so dead
Purificação
Seleções frias, vive na encruzilhada
Passos em direção às câmaras
Parasitas, cadê sua dignidade
Sujeira subumana, por que chorar? Voce nunca viveu
Massa cinzenta rastejando na lama para as câmaras
Últimos ritos dos fracos, orações não ouvidas
Preso como ratos, logo morrerá
Em breve sentir o aperto que te faz tremer
Gritos de agonia preenchem o ar, ecoando de baixo
Cadáveres abomináveis, submissão naqueles olhos sem vida
Uma chuva torrencial açoita o solo. A água desce para os poços
Corpos sobre corpos, podres, decadentes
Aí está a sua salvação! Aí espera o seu Deus
Rebanho frágil embalado para a câmara. Você pode sentir o cheiro do medo
Vidas chegando ao fim ... Gritos abomináveis
Cadáveres sem vida, corpos empilhados ... Aqueles olhos, olham tão mortos