Habitantes da escuridão
Sortilégios que constituem as artes
Magia instigada pelo passado
O véu que vestes são de mentiras
A sólida fragilidade sempre frígida
Cobertos de medo, cheios de razão
Impondo certezas, destruindo crenças
De luz vive o homem, mas na escuridão padece
Na noite seus demônios se engrandecem
Durante o dia da carapuça se utilizam
De luz vive o homem, mas na escuridão padece
Entregue a seus próprios delírios
Sujeito à seus malefícios
De luz vive o homem, mas na escuridão padece.
Habitantes da Escuridão
Sortilégios que formam as artes
Magia provocada pelo passado
O véu que você usa é de mentiras
A sólida fragilidade sempre fria
Cobertos de medo, cheios de razão
Impondo certezas, destruindo crenças
De luz vive o homem, mas na escuridão sofre
Na noite seus demônios se tornam maiores
Durante o dia usam a máscara
De luz vive o homem, mas na escuridão sofre
Entregue a seus próprios delírios
Sujeito aos seus malefícios
De luz vive o homem, mas na escuridão sofre.