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Manteiga de Amendoim

Periphery

Buttersnips

Repose
Flesh of the ground deny
Kneel and grieve
Beseeching to no avail
Myth strikes our being

Human existence
Jaded by it's progress
Feeding, a manifest of the shadow
Redefine the absolute

Crashing down
Through their eyes
One can see
Fear sustained
Weakened by their minds
Caught in disbelief
Don't deny
All shall see
Vacant souls
Shaping commonality

In this moment we cannot deny what we are
Form a memory on turning wings
And carve a way to ascension

Pray, withdrawn you just weep,
Alone,
Wait for a chance to grow
Culture folds
The falling of love
The darkness above

Repose within our numbers
Walking with a taste
Transposed image of being
Lost beyond the frame, end of days

This time all memories surpass
Embrace
In time all sense of life decays
Descend
Again
All shall return to the sand through forever
We cycle again
Re-Ignite
Savior ablaze
Never ending
Return to me

Manteiga de Amendoim

Repouso
Carne do chão nega
Ajoelhe-se e lamente
Implorando em vão
O mito atinge nosso ser

Existência humana
Cansada pelo seu progresso
Alimentando, um manifesto da sombra
Redefina o absoluto

Desmoronando
Através dos olhos deles
Pode-se ver
O medo sustentado
Enfraquecido por suas mentes
Pegos na descrença
Não negue
Todos verão
Almas vazias
Moldando a comunalidade

Neste momento não podemos negar o que somos
Forme uma memória em asas giratórias
E abra um caminho para a ascensão

Reze, recolhido você apenas chora,
Sozinho,
Espere por uma chance de crescer
A cultura se dobra
A queda do amor
A escuridão acima

Repouso dentro de nossos números
Caminhando com um gosto
Imagem transposta do ser
Perdido além da moldura, fim dos dias

Desta vez todas as memórias superam
Abrace
Com o tempo todo sentido da vida se deteriora
Desça
Novamente
Todos retornarão à areia para sempre
Ciclamos novamente
Reacenda
Salvador em chamas
Sem fim
Volte para mim

Composição: Chris Barretto, Periphery