The Bard Of The Everything Is Dead
I am the bard of the everything is dead my soul, turned to black
The misery of the existence torture my soul torture my body I cant rest
The boonies and the blood the worms in the flash inspire me to make one verse
Anguish torment deep suffering in my soul!
I am the bard of the everything is dead my soul, turned to black
N'augusta solidão dos cemitérios,
Resvalando nas sombras dos ciprestes
Passam meus sonhos sepultados nestes
Brancos sepulcros, pálidos, funéreos.
São minhas crenças divinais, ardentes
Alvos fantasmas pelos merencórios
Túmulos tristes, soturnais, silentes,
Hoje rolando nos umbrais marmóreos.
Quando da vida, no eternal soluço,
Eu choro e gemo e triste me debruço
Na lájea fria dos meus sonhos pulcros.
Desliza então a lúgubre coorte,
E rompe a orquestra sepulcral da morte,
Quebrando a paz suprema dos sepulcros.
I am the bard of the everything is dead my soul, turned to black
The misery of the existence torture my soul torture my body I cant rest
The boonies and the blood the worms in the flash inspire me to make one verse
O Bardo do Tudo Está Morto
Eu sou o bardo do tudo está morto minha alma, se tornou negra
A miséria da existência tortura minha alma tortura meu corpo não consigo descansar
Os matos e o sangue as minhocas na carne me inspiram a fazer um verso
Angústia tormento profundo sofrimento na minha alma!
Eu sou o bardo do tudo está morto minha alma, se tornou negra
Na augusta solidão dos cemitérios,
Deslizando nas sombras dos ciprestes
Passam meus sonhos sepultados nestes
Brancos sepulcros, pálidos, fúnebres.
São minhas crenças divinais, ardentes
Alvos fantasmas pelos merencórios
Túmulos tristes, soturnais, silentes,
Hoje rolando nos umbrais marmóreos.
Quando da vida, no eterno soluço,
Eu choro e gemo e triste me debruço
Na laje fria dos meus sonhos puros.
Desliza então a lúgubre coorte,
E rompe a orquestra sepulcral da morte,
Quebrando a paz suprema dos sepulcros.
Eu sou o bardo do tudo está morto minha alma, se tornou negra
A miséria da existência tortura minha alma tortura meu corpo não consigo descansar
Os matos e o sangue as minhocas na carne me inspiram a fazer um verso