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Matraga

Pesadeira

Matraga

I was fire, I was thunder
Feared by name and stained by pride
Crushed by sin, I went under
Laid to rot, but did not die

Will came the time
When my soul will fly
Will came the hour
Free upon the sky
Will came your time
A never ending try

Raised by hands not meant for war
Fed on prayers, thorns, and dust
I walked the road of no return
With nothing left but rust and trust

Matraga, blood upon the stone
Matraga, marching on alone
Cursed and crowned in desert flame
Matraga, blood upon the stone
Matraga, marching on alone
Calling heaven by my name

I stood among the violent
But chose not to raise my hand
Till justice called defiant
And drew a line across the land

No saint, no sword, no glory
Just a soul that paid its toll
I gave my blood in the story
That redemption had begun to sow

Matraga, blood upon the stone
Matraga, marching on alone
Cursed and crowned in desert flame
Matraga, blood upon the stone
Matraga, marching on alone
Calling heaven by my name

If the gates are made of fire
Let them burn what I have been
Let me pass as man, not liar
Let me end what I begin

Matraga

Eu era fogo, eu era trovão
Temido pelo nome e manchado de orgulho
Esmagado pelo pecado, eu afundei
Deitado pra apodrecer, mas não morri

Vai chegar a hora
Quando minha alma vai voar
Vai chegar a hora
Livre sob o céu
Vai chegar a sua vez
Uma tentativa sem fim

Criado por mãos que não eram pra guerra
Alimentado por orações, espinhos e poeira
Caminhei pela estrada sem volta
Com nada além de ferrugem e confiança

Matraga, sangue sobre a pedra
Matraga, marchando sozinho
Amaldiçoado e coroado na chama do deserto
Matraga, sangue sobre a pedra
Matraga, marchando sozinho
Chamando o céu pelo meu nome

Eu estive entre os violentos
Mas escolhi não levantar a mão
Até que a justiça chamou desafiadora
E desenhou uma linha pelo chão

Sem santo, sem espada, sem glória
Apenas uma alma que pagou seu preço
Eu dei meu sangue na história
Que a redenção começou a semear

Matraga, sangue sobre a pedra
Matraga, marchando sozinho
Amaldiçoado e coroado na chama do deserto
Matraga, sangue sobre a pedra
Matraga, marchando sozinho
Chamando o céu pelo meu nome

Se os portões são feitos de fogo
Deixem que queimem o que eu fui
Deixem-me passar como homem, não como mentiroso
Deixem-me acabar o que eu comecei

Composição: Pablo Jamilk