Cruz de Marihuana
Que me entierren en la sierra,
Con lobos de mi manada.
Cuando yo muera,
Levanten, una cruz de marihuana,
Con diez botellas de vino,
Y cien barajas clavadas.
Al fin que fue mi destino,
Andar en la senda mala.
En mi caja cocaína,
Mis metrallas de tesoro.
Goce todito en la vida,
Joyas, mujeres y oro,
Yo fui un narcotraficante,
Que se arrastro por el lodo.
Sobre mi tumba levanten,
Una cruz de marihuana.
No quiero llantos ni rezos,
Tampoco tierra sagrada.
Que me entierren en la sierra,
Con lobos de mi manada.
Esa cruz de marihuana,
La rieguen finos licores,
Siete días a la semana,
Y que me toquen mis sones.
Sobre mi tumba la banda,
Ahí canten mis canciones.
Que mi memoria la escriban,
Con goma de amapola.
Y que con balas se diga,
La fama de mis pistolas,
Para gallos sinaloenses,
La tierra es nuestra gloria.
Sobre mi tumba levanten,
Una cruz de marihuana.
No quiero llantos ni rezos,
Tampoco tierra sagrada.
Que me entierren en la sierra,
Con lobos de mi manada.
Cruz de Maconha
Que me enterrem na serra,
Com lobos da minha matilha.
Quando eu morrer,
Levantem uma cruz de maconha,
Com dez garrafas de vinho,
E cem baralhos cravados.
No fim, foi meu destino,
Andar pelo caminho errado.
Na minha caixa, cocaína,
Minhas metralhas como tesouro.
Aproveitei tudo na vida,
Joias, mulheres e ouro,
Eu fui um narcotraficante,
Que se arrastou pelo lodo.
Sobre minha tumba levantem,
Uma cruz de maconha.
Não quero choros nem rezas,
Nem terra sagrada também.
Que me enterrem na serra,
Com lobos da minha matilha.
Essa cruz de maconha,
Seja regada com bons licores,
Sete dias na semana,
E que toquem minhas canções.
Sobre minha tumba a banda,
Ali cantem minhas músicas.
Que minha memória seja escrita,
Com cola de papoula.
E que com balas se diga,
A fama das minhas pistolas,
Para os galos sinaloenses,
A terra é nossa glória.
Sobre minha tumba levantem,
Uma cruz de maconha.
Não quero choros nem rezas,
Nem terra sagrada também.
Que me enterrem na serra,
Com lobos da minha matilha.