395px

Ornamentos

Phlegethon

Ornaments

Gilt by an inner plough
The afflicted facet now adores
Condone with phariseism
Together empty window gores

Traces of denial
The anti-bough I suppressed
A tedious dialogue
Ruined a candid gust in its rest

Those serene funnels came
To circulate
The divulging men of a drought
Invigorate

The diphthongs... I divided
In a tedium's sleep
The arid flood... without
A beech so deep

The awakening in layers
Forced an insolent brook to extrude
Soon the gyves have to cleanse
My inbred period made of wood

Pictures of a human being
No more cloaked in the snow
Holding my fore phase
The touches of a garland echo

The hybrid incidence
A lobe discerns
My metamorphosis
Previously turns

Sagacious flame's... domain
The only mist
Reluctant swords... behave
An eternal tryst

The esprit that shall overwhelm
All fluent mites are between me
The sporadic absolution rives
Bent by this paternity

For seeking through the powder seas
The soil shall feed but not allow
These sacred chariots grown by them
Thwarted in its liquid foe

Signs of a deprivement
My scapes that were sent
Ring in a poignant soul
Being a sudden hole

The prediction for
My last numb beam
Swathes an unveiled heart
To the praise inside my gleam

Leaving all pieces
Are the waves in reluctance
The hallowed vision from
This cruciform semblance

LEAD: PERCHANCE

The mourn that segregates
Until a sonorous emotion
Delivered me to find
The hideous plantation

The answer if I should
Ever pre-exist again
Is not to eclipse for
The coming route when...

LEAD: I DECIDE
WATERS

Shrived by a dour vacuum
The primeval conscience now remits
Endued with nonchalance
Alone aggrieved parchment fits

Bases of an adage
The anti-poem I besought
A frivolous emphasis
Took a cloistered birth in its vault

Those savant declines went
To mortify
The expiring marks of a reign
Beautify

The splinters... I differed
In a failure's side
The dexterous wall... behind
A dream so wide

My chosen forest of crystal
A bottomless blear serpent - once
Now descends the permanence I act
The somatic cairn never been done

An event from cold distance
The self-false wounds on the day they saw
Pleading the only thirst of a dawn
Shamely to clot, to harden for...

Ornamentos

Dourado por um arado interno
A face aflita agora adora
Condescende com farisaísmo
Juntas, janelas vazias ferem

Traços de negação
O anti-ramo que suprimi
Um diálogo tedioso
Arruinou uma brisa franca em seu descanso

Aquelas funis serenos vieram
Para circular
Os homens reveladores de uma seca
Revigoram

Os ditongos... eu dividi
No sono do tédio
A inundação árida... sem
Um faia tão profunda

O despertar em camadas
Forçou um riacho insolente a extrudar
Logo as algemas terão que limpar
Meu período inato feito de madeira

Imagens de um ser humano
Não mais encoberto pela neve
Segurando minha fase anterior
Os toques de uma guirlanda ecoam

A incidência híbrida
Um lóbulo discerne
Minha metamorfose
Anteriormente se transforma

Domínio da chama sagaz...
A única névoa
Espadas relutantes... se comportam
Um encontro eterno

O espírito que deve sobrecarregar
Todos os ácaros fluentes estão entre mim
A absolvição esporádica rasga
Curvado por esta paternidade

Por buscar através dos mares de pó
O solo deve alimentar, mas não permitir
Esses carros sagrados crescidos por eles
Frustrados em seu inimigo líquido

Sinais de um despojamento
Minhas escapadas que foram enviadas
Rangem em uma alma pungente
Sendo um buraco repentino

A previsão para
Meu último feixe entorpecido
Envolve um coração desvelado
Para o louvor dentro do meu brilho

Deixando todos os pedaços
Estão as ondas em relutância
A visão sagrada de
Esta semelhança cruciforme

LIDERANÇA: QUIÇÁ

O luto que segrega
Até uma emoção sonora
Me entregou para encontrar
A plantação hedionda

A resposta se eu deveria
Alguma vez pré-existir novamente
Não é eclipsar para
O caminho que vem quando...

LIDERANÇA: EU DECIDO
ÁGUAS

Encolhido por um vácuo sombrio
A consciência primitiva agora remete
Dotado de indiferença
Sozinho, um pergaminho entristecido se encaixa

Bases de um adágio
O anti-poema que implorei
Uma ênfase frívola
Teve um nascimento recluso em seu cofre

Aquelas quedas savantes foram
Para mortificar
As marcas expirantes de um reinado
Embelezar

Os estilhaços... eu diferi
No lado de um fracasso
A parede hábil... atrás
Um sonho tão amplo

Minha floresta escolhida de cristal
Uma serpente turva sem fundo - uma vez
Agora desce a permanência que eu atuo
O monte somático nunca foi feito

Um evento de distância fria
As feridas auto-falsas no dia em que viram
Implorando a única sede de uma aurora
Envergonhadamente para coagular, para endurecer para...

Composição: