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Vale dos Ignorantes

Pig

Valley Of The Ignorant

Well I'm the prim faced mealy mouthed political
Chiseler the lack luster loser
With the selfish streak
The oldest strongest vilest longest

I just masticate on a murdered mind
This mind of mine

I'm scrapin' I'm cryin'
You're laughin' we're dyin'
In the valley of the void the vacuus
The souped up solid suburban nightmare
This is the city of the hateful dead
Follow the pogrom the finger's on me
A catalyst for a little blood lust
The final chapter of your history

I lie lie lie lie lie in the valley of the ignoramus
I cry cry cry cry cry take a look at the
Lives of the sick and dangerous

One little piggy goes to market
One little piggy stays at home
One little piggy sits in the middle
All messed up and ready to blow
Chewing on the carcass of disbelief
Drowing in the bile of lonesome grief
A young head - dead shoulders
Dead eyes growing colder

I lie lie lie lie lie in the valley of the ignoramus
I cry cry cry cry cry take a look at the
Lives of the sick and dangerous
I lie lie lie lie lie in the valley of the ignoramus
I cry cry cry cry cry take a look at the
Lives of the sick and dangerous

Bitter and better for you hate and never for me
I'm corroding...
I'm goin' hell for leather in the nothin' zone
I see concentrated bigotry
Masticating on a murdered mind
You take the grain I take the pain

I lie lie lie lie lie in the valley of the ignoramus
Don't you wanna cry cry cry cry cry
Take a look at the life of the sick and dangerous
I lie lie lie lie lie in the valley of the ignoramus

Vale dos Ignorantes

Bem, eu sou o político de cara de poucos amigos
O perdedor sem brilho
Com um egoísmo desmedido
O mais velho, forte, vil e duradouro

Eu só mastigo uma mente assassinada
Essa mente minha

Estou arrastando, estou chorando
Você ri, nós estamos morrendo
No vale do vazio, do vácuo
O pesadelo suburbano turbinado
Esta é a cidade dos mortos odiosos
Siga o pogrom, o dedo está em mim
Um catalisador para um pouco de sede de sangue
O capítulo final da sua história

Eu minto, minto, minto, minto, minto no vale do ignorante
Eu choro, choro, choro, choro, choro, dá uma olhada nas
Vidas dos doentes e perigosos

Um porquinho vai ao mercado
Um porquinho fica em casa
Um porquinho senta no meio
Todo bagunçado e pronto pra explodir
Mastigando a carcaça da descrença
Afogando-se na bile da solidão
Uma cabeça jovem - ombros mortos
Olhos mortos ficando mais frios

Eu minto, minto, minto, minto, minto no vale do ignorante
Eu choro, choro, choro, choro, choro, dá uma olhada nas
Vidas dos doentes e perigosos
Eu minto, minto, minto, minto, minto no vale do ignorante
Eu choro, choro, choro, choro, choro, dá uma olhada nas
Vidas dos doentes e perigosos

Amargo e melhor pra você, ódio e nunca pra mim
Estou corroendo...
Estou indo com tudo na zona do nada
Vejo preconceito concentrado
Mastigando uma mente assassinada
Você pega o grão, eu pego a dor

Eu minto, minto, minto, minto, minto no vale do ignorante
Você não quer chorar, chorar, chorar, chorar, chorar
Dá uma olhada na vida dos doentes e perigosos
Eu minto, minto, minto, minto, minto no vale do ignorante

Composição: Raymond Watts