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À Meia Luz

Pignoise

A Media Luz

A media luz
A media voz
Has sido tu
Quien me robo
Sucio lugar
No puedo parar.

No siento el dolor
No sonrias tanto encanto.
Hoy mi comprension
No nos visito.

Si quieres jugar
Yo te dare juegos nuevos.
Voy a disfrutar
No te hare esperar.

Quiero corromperte entera
Para aprovechar que sobre
Mi el mundo da vueltas
Y no para de girar
Quiero comermelo todo
Y no parar de gritar.

Y molestarte sin motivo
Y traspasar lo permitido
Robar tus pensamientos
Y preguntarte
De lo que quiero a mi lado
Y mantenerlo con cuidado
Que pare esta rutina
Y no volver a resbalar.

Dardos de papel
Armas de mujer perversa
Yagas en la piel
Restos del ayer.

Al desembainar
Donde esta mi espada nada
No puedo luchar
Poderte alcanzar.

Quiero corromperte entera
Para aprovechar que sobre
Mi el mundo da vueltas
Y no para de girar
Quiero comermelo todo
Y no parar de gritar.

Y molestarte sin motivo
Y traspasar lo permitido
Robar tus pensamientos
Y preguntarte
De lo que quiero a mi lado
Y mantenerlo con cuidado
Que pare esta rutina
Y no volver a resbalar.

Quiero corromperte entera
Para aprovechar que sobre
Mi el mundo da vueltas
Y no para de girar
Quiero comermelo todo
Y no parar de gritar.

Y molestarte sin motivo
Y traspasar lo permitido
Robar tus pensamientos
Y preguntarte
De lo que quiero a mi lado
Y mantenerlo con cuidado
Que pare esta rutina
Y no volver a resbalar.

Y molestarte sin motivo
Y traspasar lo permitido
Robar tus pensamientos
Y preguntarte
De lo que quiero a mi lado
Y mantenerlo con cuidado
Que pare esta rutina
Y no volver a resbalar.

No resbalar
No resbalar
No resbalar.

À Meia Luz

À meia luz
À meia voz
Foste tu
Quem me roubou
Lugar sujo
Não consigo parar.

Não sinto a dor
Não sorri tanto, encanto.
Hoje minha compreensão
Não nos visitou.

Se quiser brincar
Eu te dou jogos novos.
Vou aproveitar
Não vou te fazer esperar.

Quero te corromper por inteiro
Pra aproveitar que o mundo
Gira em torno de mim
E não para de rodar
Quero devorar tudo
E não parar de gritar.

E te incomodar sem motivo
E ultrapassar o permitido
Roubar teus pensamentos
E te perguntar
Sobre o que quero ao meu lado
E manter com cuidado
Que essa rotina pare
E não escorregue de novo.

Dardos de papel
Armas de mulher perversa
Feridas na pele
Restos do passado.

Ao desembainhar
Onde está minha espada, nada
Não consigo lutar
Pra te alcançar.

Quero te corromper por inteiro
Pra aproveitar que o mundo
Gira em torno de mim
E não para de rodar
Quero devorar tudo
E não parar de gritar.

E te incomodar sem motivo
E ultrapassar o permitido
Roubar teus pensamentos
E te perguntar
Sobre o que quero ao meu lado
E manter com cuidado
Que essa rotina pare
E não escorregue de novo.

Quero te corromper por inteiro
Pra aproveitar que o mundo
Gira em torno de mim
E não para de rodar
Quero devorar tudo
E não parar de gritar.

E te incomodar sem motivo
E ultrapassar o permitido
Roubar teus pensamentos
E te perguntar
Sobre o que quero ao meu lado
E manter com cuidado
Que essa rotina pare
E não escorregue de novo.

E te incomodar sem motivo
E ultrapassar o permitido
Roubar teus pensamentos
E te perguntar
Sobre o que quero ao meu lado
E manter com cuidado
Que essa rotina pare
E não escorregue de novo.

Não escorregar
Não escorregar
Não escorregar.