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Tal Qual

Pimenta Buena

Tal Qual

No soy el ás de la informática mi corazón no és virtual
No saco fotos históricas
Mi história és otra és amarte a vos
No soy el clan de tu sociedad ni la persona ideal
No te hago bien no te hago mal no esperes nada de mi
Seré tal cual

No soy el habeas corpus ni la salvación de lótus
Ni la flor de tus piropos y mientras te preservo
En el hueco de mis sueños te venero en mi tampoco
Mi corazón gigante que te traga en un instante
Tan segundo tan eterno
Que del cielo se desace y hace infierno...
No soy el habeas corpus ni la salvación de lótus
Ni la flor de tus piropos y mientras te preservo
En el hueco de mis sueños te venero en mi tampoco
Mi corazón gigante que te traga en un instante
Tan segundo tan eterno
Que del cielo se desace y hace infierno...

Mientras un tímido rayo de sol
Me ciega los ojos a puertas abiertas
El nudo deste triste corazón
Distrae en su tierna inocencia
Mientras un tímido rayo de sol
Me ciega los ojos a puertas abiertas
El nudo deste triste corazón
Distrae en su tierna inocencia

Tal Qual

Não sou o ás da informática, meu coração não é virtual
Não tiro fotos históricas
Minha história é outra, é te amar
Não sou o clã da sua sociedade, nem a pessoa ideal
Não te faço bem, não te faço mal, não espera nada de mim
Serei tal qual

Não sou o habeas corpus, nem a salvação de lótus
Nem a flor dos seus elogios e enquanto te preservo
No buraco dos meus sonhos, te venero em mim também
Meu coração gigante que te engole em um instante
Tão segundo, tão eterno
Que do céu se desfaz e vira inferno...
Não sou o habeas corpus, nem a salvação de lótus
Nem a flor dos seus elogios e enquanto te preservo
No buraco dos meus sonhos, te venero em mim também
Meu coração gigante que te engole em um instante
Tão segundo, tão eterno
Que do céu se desfaz e vira inferno...

Enquanto um tímido raio de sol
Me cega os olhos a portas abertas
O nó deste triste coração
Distraí na sua doce inocência
Enquanto um tímido raio de sol
Me cega os olhos a portas abertas
O nó deste triste coração
Distraí na sua doce inocência

Composição: Vicente Botti