The Sweetest Child
He was the quiet one, always sat alone
Did all his homework, never beaten at home
Not so popular or very well known
Could get away w/ murder & eventually would
The first one was homeless & never missed
The second died slowly, he found his gift
Their screams brought him pleasure, untold bliss
Third took much longer he was enjoying this.
Chorus:
Killing for pleasure, killing for fun
Watch them bleed, see the blood run
Trapped in his nightmare, w/ nowhere to go
This world's god, he'll make it so
There is no escaping when on the prowl
Worse than a bloodhound, he'll sniff you out
Once he's found you, you'll pray for death
Cold-blooded murder is all you can expect.
Choosing all victims, @ random
There's no pattern to be found
Some are buried while others are not
Most are found long after they rot
Never taken from the same place twice
Toys w/ them like a cat does mice
They're never left for dead
Cos he knows they're not alive.
He has no desire to be caught
The pleasure he gains can't be bought
Takes no trophies from his victims
Leaves behind no wanton clues
His pride is in knowing, what he's done
Adulation of the masses troubles him none
He'll never make the front-page news
Never become famous, not here to amuse.
Flavour free insanity
Got too many scoops as a child
He feeds off of your fear &
Laughs as you scream, twist, shout
Pain is pleasure & death ecstasy
He lives for the moment that you die
As you breathe your last breath
He breathes in & tastes your life.
Killing for his warped satisfaction
Your terror spurns him into action
The more you struggle the slower you die
Hacked to pieces hung to dry
One fine day he'll eventually stop
When the thrill to kill is gone
But until that doubtful day
You'd better watch your back.
A Criança Mais Doce
Ele era o quieto, sempre sentado sozinho
Fazia toda a lição, nunca apanhou em casa
Não era tão popular ou muito conhecido
Podia se safar de qualquer coisa e um dia ia conseguir
O primeiro era sem-teto e nunca sentiu falta
O segundo morreu devagar, ele encontrou seu talento
Os gritos traziam prazer, uma felicidade sem fim
O terceiro demorou mais, ele estava curtindo isso.
Refrão:
Matando por prazer, matando por diversão
Veja-os sangrar, veja o sangue escorrer
Preso em seu pesadelo, sem lugar pra ir
Esse é o deus do mundo, ele vai fazer acontecer
Não há como escapar quando está à espreita
Pior que um sabujo, ele vai te farejar
Uma vez que te encontra, você vai rezar pela morte
Um assassinato frio é tudo que você pode esperar.
Escolhendo todas as vítimas, ao acaso
Não há padrão a ser encontrado
Alguns são enterrados enquanto outros não
A maioria é encontrada muito depois de apodrecer
Nunca tira de um mesmo lugar duas vezes
Brinca com eles como um gato faz com os ratos
Nunca são deixados para morrer
Porque ele sabe que não estão vivos.
Ele não tem desejo de ser pego
O prazer que ele ganha não pode ser comprado
Não leva troféus de suas vítimas
Deixa para trás nenhuma pista evidente
Seu orgulho está em saber o que fez
A adulação das massas não o incomoda
Ele nunca vai fazer a primeira página do jornal
Nunca vai ficar famoso, não está aqui para entreter.
Insanidade sem sabor
Teve muitas colheradas na infância
Ele se alimenta do seu medo e
Ri enquanto você grita, se contorce, berra
Dor é prazer e morte é êxtase
Ele vive pelo momento em que você morre
Enquanto você solta seu último suspiro
Ele respira e saboreia sua vida.
Matando para sua satisfação distorcida
Seu terror o impulsiona à ação
Quanto mais você luta, mais devagar você morre
Desmembrado, pendurado para secar
Um belo dia ele vai eventualmente parar
Quando a emoção de matar se for
Mas até esse dia duvidoso chegar
É melhor você ficar esperto.