Na Pele (part. Elza Soares)
Olhe dentro dos meus olhos
Olhe bem pra minha cara
Você vê que eu vivi muito
Você pensa que eu nem vi nada
Olhe bem pra essa curva
Do meu riso raso e roto
Veja essa boca muda
Disfarçando o desgosto
A vida tem sido água
Fazendo caminhos esguios
Se abrindo em veios e vales
Na pele leito de rio
A vida tem sido água
Fazendo caminhos esguios
Se abrindo em veios e vales
Na pele leito de rio
Contemple o desenho fundo
Dessas minhas jovens rugas
Conquistadas a duras penas
Entre aventuras e fugas
Observe a face turva
O olhar tentado e atento
Se essas são marcas externas
Imagine as de dentro
A vida tem sido água
Fazendo caminhos esguios
Se abrindo em veios e vales
Na pele leito de rio
A vida tem sido água
Fazendo caminhos esguios
Se abrindo em veios e vales
Na pele leito de rio
A vida tem sido água
Fazendo caminhos esguios
Se abrindo em veios e vales
Na pele leito de rio
(Leito de rio)
(Leito de rio)
(Leito de rio)
(Leito de rio)
En la Piel (part. Elza Soares)
Mira dentro de mis ojos
Mira bien mi rostro
Ves que he vivido mucho
Piensas que no he visto nada
Observa bien esta curva
De mi risa superficial y rota
Mira esta boca callada
Disfrazando el disgusto
La vida ha sido agua
Creando caminos sinuosos
Abriéndose en venas y valles
En la piel lecho de río
La vida ha sido agua
Creando caminos sinuosos
Abriéndose en venas y valles
En la piel lecho de río
Contempla el dibujo profundo
De estas jóvenes arrugas mías
Conquistadas a duras penas
Entre aventuras y huidas
Observa la cara turbia
La mirada tentada y atenta
Si estas son marcas externas
Imagina las internas
La vida ha sido agua
Creando caminos sinuosos
Abriéndose en venas y valles
En la piel lecho de río
La vida ha sido agua
Creando caminos sinuosos
Abriéndose en venas y valles
En la piel lecho de río
La vida ha sido agua
Creando caminos sinuosos
Abriéndose en venas y valles
En la piel lecho de río
(Lecho de río)
(Lecho de río)
(Lecho de río)
(Lecho de río)