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Curtida

Planetas Errantes

Like

Se pierde mi realidad, como en un sueño
Busco un antídoto para un tiempo muerto
Extraña velocidad, en marquesinas te veo siempre brillar

Escondes mi soledad con un destello
Si suena mi celular, veo al momento
La chance de renunciar a una vida de mediocridad

Tan singular es tu forma de actuar que me encandila y aún no lo creo
Tan similar nuestro hablar, no puede ser cierto

Me ocupás la vida, mi vida
Y donde sea que veo estás vos
Santa dopamina, tibia enfermedad
Ya vi cada fotografía y
No sé si es amor
O la fantasía de un crush digital

Veo mi reflejo en el mar y no me encuentro
El estandarte de un like, cual monumento
Quiero volver a mirar lejos del humo de la banalidad

Tan singular es tu forma de actuar que me encandila y aún no lo creo
Tan similar nuestro hablar, no puede ser cierto

Me ocupás la vida, mi vida
Y donde sea que veo estás vos
Santa dopamina, tibia enfermedad
Ya vi cada fotografía y
No sé si es amor
O la fantasía de un crush digital

Me ocupás la vida, mi vida
Y donde sea que veo estás vos
Santa dopamina, tibia enfermedad
Ya vi cada fotografía y
No sé si es amor
O la fantasía de un crush digital

Me ocupás la vida, mi vida
Y donde sea que veo estás vos
Santa dopamina, tibia enfermedad
Ya vi cada fotografía y
No sé si es amor
O la fantasía de un crush digital

O la fantasía de un crush digital

Curtida

Se perde minha realidade, como em um sonho
Busco um antídoto pra um tempo morto
Estranha velocidade, nas marquises te vejo sempre brilhar

Escondes minha solidão com um clarão
Se toca meu celular, vejo na hora
A chance de renunciar a uma vida de mediocridade

Tão singular é teu jeito de agir que me cega e ainda não acredito
Tão similar nosso jeito de falar, não pode ser verdade

Você ocupa minha vida, minha vida
E onde quer que eu olhe, lá está você
Santa dopamina, doença morna
Já vi cada foto e
Não sei se é amor
Ou a fantasia de um crush digital

Vejo meu reflexo no mar e não me encontro
O estandarte de um like, como um monumento
Quero voltar a olhar longe da fumaça da banalidade

Tão singular é teu jeito de agir que me cega e ainda não acredito
Tão similar nosso jeito de falar, não pode ser verdade

Você ocupa minha vida, minha vida
E onde quer que eu olhe, lá está você
Santa dopamina, doença morna
Já vi cada foto e
Não sei se é amor
Ou a fantasia de um crush digital

Você ocupa minha vida, minha vida
E onde quer que eu olhe, lá está você
Santa dopamina, doença morna
Já vi cada foto e
Não sei se é amor
Ou a fantasia de um crush digital

Você ocupa minha vida, minha vida
E onde quer que eu olhe, lá está você
Santa dopamina, doença morna
Já vi cada foto e
Não sei se é amor
Ou a fantasia de um crush digital

Ou a fantasia de um crush digital

Composição: Diego Alejandro Villalba