395px

Justificación

Poçam

Justificação

Salve Mestre o traidor me beijou
Do tipo enganador me ligou me indicou
Traição os guardas me ganhou me prendem
Se eu quiser reagir oro ao Pai mato essa gente
Mas não é para se cumprir a Escritura
Para uma boa causa, pra resgatar, para a cura.
O que seria o que havia de ser eu já sabia
Já estava preparado lá de trás eu já previa
Levaram-me ao Sinédrio, mas não tinham acusação.
Com espadas, cacetes como se eu fosse um ladrão.
Logo estarei assentado ao lado do Todo-Poderoso
Me acusaram de blasfêmia, cuspiram deram soco
Lá fora como eu disse assim se fez
Um dos que andava comigo me negou três vezes
Meus amigos ninguém viu, não os vejo sumiu.
É nessas horas que se vê quem passa no funil
uma Autoridade da época lavou as mãos
Não vejo nenhum mal deixa decidir o povão
Entre eu e o ladrão não sou eu o escolhido
Crucifica-o, crucifica-o disseram exigindo.
segui como ovelha ao ir para o matadouro
Com açoites na ponta chumbo preso em tiras de couro
Flagelação, pele rasgada, carne exposta.
Veias e órgãos internos visíveis de fora

Refrão: Pra ver teu nome escrito, pra ver teu nome lá.
Pra ver teu nome escrito eu vim pra te salvar (2x)

Minha resistência prevalecia vencia a rejeição
Vencia a dor, tortura, medo, traição.
Machucado, as costas como terra arada.
Parecia que era corte de uma navalha
Desfigurado na coroa de espinho, o sangue escorria.
Com o rosto inchado quem tava lá nem me via
O peso da cruz se une com esgotamento físico
Caminhando com a força no fim todo moído
Chegando ao lugar do Calvário, na cruz fui pregado.
Cravos traspassaram mãos e pés perfurados.
Sem força suficiente até pra dar um grito
Hemorragia interna, externa mais de litro.
A Cruz foi levantada os cravos rasgam o corpo pesa
Minhas vestes lançada a sorte pra se cumprir o que diz o profeta
Nu, rejeitado e desamparado.
Por todos os pecados um justo torturado
Carrego seu fardo, sou advogado que virou réu.
Pra tirar separação do homem e Deus rasgar
o véu
Olho pro céu, olho pra terra prossigo até o fim.
É preciso é necessário me despir de mim
Na sede do pecado, o gosto azedo do vinagre
As lanças traspassaram minhas feridas ardem
Derrubei o velho Templo em três dias vou construir
Está consumado o véu se rasga expirei morri...

Refrão: Pra ver teu nome escrito...

Não há nenhum, nem sequer um que seja justo.
Seu saldo devedor muito alto o seu custo
Preço que somente eu poderia pagar
Peso do teu pecado só eu poderia suportar
Fui ferido machucado por suas iniqüidades.
Pra te justificar fui em frente na humildade
Não há nenhum que não falhou sou eu a tua chance
Sua dívida, se crer, quitei com meu sangue.
Morri por você pra você viver em mim
Não para os sãos e sim para os doentes que eu vim
Não fosse assim a justiça, a Lei te mataria.
Diante da ira Divina não sobreviveria
Anulo sua dívida de honra, sua quebra de aliança,
Sua desobediência, sua falta de perseverança.
Seu egoísmo seu desejo assassino,
Sua falta de cuidado com aquilo que a ti confio
Escolhi os cravos pra te livrar do fogo
Escrever-te no Livro da Vida e ser o meu povo
Depois de três dias a pedra se remove
O que satanás roubou ordeno me devolve
Ressuscitei dentre os mortos e vivo para sempre
se você vier a mim será liberto das correntes
Vem comigo me aceite como teu Senhor
Vem comigo sou teu parceiro teu Salvador

Refrão: Pra ver teu nome escrito...

Justificación

Salve Maestro el traidor me besó
Del tipo engañador me llamó me indicó
Traición los guardias me ganaron me detienen
Si quiero reaccionar oro al Padre mato a esta gente
Pero no es para cumplir la Escritura
Por una buena causa, para rescatar, para la cura.
Lo que sería lo que debía ser yo ya sabía
Ya estaba preparado desde atrás ya preveía
Me llevaron al Sanedrín, pero no tenían acusación.
Con espadas, palos como si fuera un ladrón.
Pronto estaré sentado al lado del Todopoderoso
Me acusaron de blasfemia, escupieron, dieron puñetazos
Afueras como dije así se hizo
Uno de los que andaba conmigo me negó tres veces
Mis amigos nadie vio, no los veo desaparecieron.
Es en estas horas que se ve quién pasa en el embudo
Una Autoridad de la época se lavó las manos
No veo ningún mal deja decidir al pueblo
Entre yo y el ladrón no soy yo el elegido
¡Crucifícalo, crucifícalo! dijeron exigiendo.
Seguí como oveja al ir al matadero
Con azotes en la punta plomo atado en tiras de cuero
Flagelación, piel rasgada, carne expuesta.
Venas y órganos internos visibles por fuera

Coro: Para ver tu nombre escrito, para ver tu nombre allí.
Para ver tu nombre escrito vine para salvarte (2x)

Mi resistencia prevalecía vencía el rechazo
Vencía el dolor, tortura, miedo, traición.
Magullado, la espalda como tierra arada.
Parecía que era corte de una navaja
Desfigurado en la corona de espinas, la sangre corría.
Con el rostro hinchado quien estaba allí ni me veía
El peso de la cruz se une con agotamiento físico
Caminando con la fuerza al final todo molido
Llegando al lugar del Calvario, en la cruz fui clavado.
Clavos atravesaron manos y pies perforados.
Sin fuerza suficiente ni para dar un grito
Hemorragia interna, externa más de litro.
La Cruz fue levantada los clavos rasgan el cuerpo pesa
Mis vestiduras lanzadas a la suerte para cumplir lo que dice el profeta
Desnudo, rechazado y desamparado.
Por todos los pecados un justo torturado
Cargo con tu carga, soy abogado que se convirtió en reo.
Para quitar separación del hombre y Dios rasgar
el velo
Miro al cielo, miro a la tierra sigo hasta el final.
Es necesario es preciso despojarme de mí
En la sed del pecado, el sabor agrio del vinagre
Las lanzas atravesaron mis heridas arden
Derribé el viejo Templo en tres días construiré
Está consumado el velo se rasga expiré morí...

Coro: Para ver tu nombre escrito...

No hay ninguno, ni siquiera uno que sea justo.
Tu saldo deudor muy alto tu costo
Precio que solamente yo podría pagar
Peso de tu pecado solo yo podría soportar
Fui herido magullado por tus iniquidades.
Para justificarte fui adelante en la humildad
No hay ninguno que no haya fallado soy yo tu oportunidad
Tu deuda, si crees, pagué con mi sangre.
Morí por ti para que vivas en mí
No para los sanos y sí para los enfermos que vine
No fuera así la justicia, la Ley te mataría.
Ante la ira Divina no sobreviviría
Anulo tu deuda de honor, tu ruptura de alianza,
Tu desobediencia, tu falta de perseverancia.
Tu egoísmo tu deseo asesino,
Tu falta de cuidado con aquello que a ti confío
Elegí los clavos para liberarte del fuego
Escribirte en el Libro de la Vida y ser mi pueblo
Después de tres días la piedra se remueve
Lo que satanás robó ordeno me devuelva
Resucité de entre los muertos y vivo para siempre
si vienes a mí serás liberado de las cadenas
Ven conmigo acéptame como tu Señor
Ven conmigo soy tu compañero tu Salvador

Coro: Para ver tu nombre escrito...

Composição: Poçam