¿Quién Soy?
Miro mi cara en un poster
y pienso,
malditos los muertos del Cielo y la Tierra,
porque dime tú quién soy.
¿No ves ruina en mis ojos?
¿no ves mis calzones rotos?
¿quién soy?
La grandeza y la impotencia
se dan la mano si se aman
porque no quedan razones
pa' lamentarse en la cama.
Y aquí seguimos absurdos,
idiotas como animales enfermos
que adoptan posturas,
que corren,
se sientan
y andan,
se ríen
y lloran.
Y me reencarno en bomba
que explota en sus Majestades
y me entero de que no existen
que los Reyes son mis padres.
Y me reencarno en mierda
que se refriega en tu cara
¡por tonto, que eres mongolo!
y tu boca va y se calla
La grandeza y la impotencia
se dan la mano si se aman
porque no quedan razones
pa' lamentarse en la cama.
Y aquí seguimos absurdos,
idiotas como animales enfermos
que adoptan posturas,
que corren,
se sientan
y andan,
se ríen
y lloran.
Quem Sou Eu?
Olho meu rosto em um pôster
e penso,
malditos os mortos do Céu e da Terra,
porque me diz quem sou eu.
Não vê ruína nos meus olhos?
Não vê minhas calças rasgadas?
Quem sou eu?
A grandeza e a impotência
se dão as mãos se se amam
porque não sobram razões
pra se lamentar na cama.
E aqui seguimos absurdos,
idiotas como animais doentes
que adotam posturas,
que correm,
se sentam
e andam,
riem
e choram.
E eu reencarno em bomba
que explode nas Suas Majestades
e descubro que não existem
que os Reis são meus pais.
E eu reencarno em merda
que se esfrega na sua cara
por ser burro, que você é mongolo!
e sua boca vai e se cala.
A grandeza e a impotência
se dão as mãos se se amam
porque não sobram razões
pra se lamentar na cama.
E aqui seguimos absurdos,
idiotas como animais doentes
que adotam posturas,
que correm,
se sentam
e andam,
riem
e choram.