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Sem o Mal da Fé

Pragah

Há um prazer subjetivo e julgado
Estamos mortos enquanto vivos
Vejo o escuro por todos os lados
Não me ilumina quem tem luz
O que me liberta me prende
O que me mata me dá vida
Não teremos ressureição
Os séculos devem pedir perdão

Eu nasci
Eu cresci
Sem o mal da fé

Eu vivi
Eu morri
Sem o mal da fé

Qual é a força que move
Tememos a morte e vivemos em vão
Por quanto tempo estaremos intactos
A culpa é de quem vive
O que me liberta me prende
O que me mata me dá vida
Não teremos ressureição
Os séculos devem pedir perdão

Composição: Christian Porto