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A Ilha do Nada

Premiata Forneria Marconi

L'Isola di Niente

Ma la verítà
è il numero che ho
triste camimnare
inutili perché;
favole e bugie
che parlano di Dio
stupidi soldati
che chiedono di me

Solo nei giardini delie menti siede
il tempo che verrà
siede chi ha perduto accarezzando
quella pace che non ha
e pace di un momento è riposare
su quest'isola di niente…

Ma la verità
è il numero che ho
triste carriminare
inutili perché.
E come un aquilone
che vento non ha
io non pano più
di credere di perdonare:
troppe verità
che chiedono di me

A Ilha do Nada

Mas a verdade
é o número que eu tenho
triste caminhada
inútil porque;
contos e mentiras
que falam de Deus
soldados bobos
que perguntam de mim

Só nos jardins das mentes se senta
o tempo que virá
senta quem perdeu acariciando
aquela paz que não tem
e a paz de um momento é descansar
nesta ilha do nada…

Mas a verdade
é o número que eu tenho
triste caminhada
inútil porque.
E como uma pipa
que não tem vento
eu não consigo mais
de acreditar em perdoar:
muitas verdades
que perguntam de mim

Composição: Flavio Premoli / Francone Mussida / Mauro Pagani