Fragilidad
Deshilo con quietud, un poema de amor,
que hoy nace para ti por añoranza,
y sé que no será, más que estela en el mar
desaparecerá, en la distancia.
tan delicada la voz
que susurra el ayer,
toda fragilidad.
septiembre vuela sobre el corazón,
y de hojas secas viste nuestro hogar,
septiembre nunca me abandonará.
el brillo de tu luz me hizo amanecer,
abriendo para mí tantas ventanas,
que tan lejos de ti aún tengo lo que fue,
el aire de tu amor y su fragancia. tan delicada la voz
que susurra el ayer,
toda fragilidad.
septiembre vuela sobre el corazón,
y de hojas secas viste nuestro hogar,
septiembre nunca me abandonará.
si alguna vez amé la dicha de vivir,
fue solo junto a ti, y entre mañanas,
si tuve algún lugar, si todo lo aprendí,
si apenas algo fui
Fragilidade
Desfaço com calma, um poema de amor,
que hoje nasce pra você por saudade,
e sei que não será, mais que rastro no mar
desaparecerá, na distância.
tão delicada a voz
que sussurra o passado,
toda fragilidade.
setembro voa sobre o coração,
e com folhas secas vestiu nosso lar,
setembro nunca vai me abandonar.
o brilho da sua luz me fez amanhecer,
abrindo pra mim tantas janelas,
que tão longe de você ainda tenho o que foi,
o ar do seu amor e sua fragrância. tão delicada a voz
que sussurra o passado,
toda fragilidade.
setembro voa sobre o coração,
e com folhas secas vestiu nosso lar,
setembro nunca vai me abandonar.
se alguma vez amei a alegria de viver,
foi só ao seu lado, e entre manhãs,
se tive algum lugar, se tudo aprendi,
se mal fui alguma coisa.