Apotheosis
Degenerated reflections
Of glorious inner torment
Scattered emotional visions
Bounds of soul slowly bend
Mysteries of existence materialised
Impure forms, yet strictly governed
By eternal rule and immortal vice
With unfading wisdom adorned
Through this cursed world
My path was destined to run
And with clandestine pride pierce it I shall
Yielding iron will and the spirit of Leviathan
Divinely measured spheres
Unattainable by subhuman kin
Overthrowing insidious illusions
Kindling the flame that dwells within
The mantra of undead souls
Glorification of spiritual mutations
Abomination of life, eternal circles death
An outward spiral of secular temptations
Against the streams of Lethe we are made
The spirit must suffer to ascend
Deification is seized, not granted
Through inner struggle one shall amend
This is my strife for glory
Yet in life this god bears no crown
Nor can one see the sepulchral wings
That elevate my soul beyond
Apoteose
Reflexões degeneradas
De um tormento interno glorioso
Visões emocionais dispersas
Limites da alma lentamente se curvam
Mistérios da existência materializados
Formas impuras, mas rigorosamente governadas
Pela regra eterna e pelo vício imortal
Com sabedoria que nunca se apaga adornada
Através deste mundo amaldiçoado
Meu caminho estava destinado a correr
E com orgulho clandestino eu o atravessarei
Ceder a vontade de ferro e o espírito de Leviatã
Esferas divinamente medidas
Inatingíveis por seres subumanos
Derrubando ilusões insidiosas
Acendendo a chama que habita dentro
O mantra das almas não-mortas
Glorificação das mutações espirituais
Abominação da vida, círculos eternos da morte
Uma espiral externa de tentações seculares
Contra as correntes de Lete somos feitos
O espírito deve sofrer para ascender
A deificação é conquistada, não concedida
Através da luta interna, um deve corrigir
Esta é minha luta pela glória
Mas na vida, este deus não usa coroa
Nem se pode ver as asas sepulcrais
Que elevam minha alma além