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O PRO NÃO TEM RIVAL

Prok

EL PROK NO TIENE RIVAL

Mira
El Pro no tiene rival
Algaré

Tengo hijos de puta reales, muchos cabrones leales
Van a dejarte señales como en el barrio señales
Tu primo primo no vale, no quiero amigos en penales
Que estén robando en portales ni contratos no mentales
Ni el detector de metales, crecimos con criminales
Algaré, es mejor no me pares
Barrios marginales, varias heridas vitales
No llegan al hospital, al final se muere en la calle
La droga no se fía, garantía es la mía

Siento que me sigue ya la CIA
Mis manías suben y ya suena clear
It's for real, for be real
La droga por las vías, por la ría en un Kia
Mañana está en Gran Vía, está vendida, chulería
Está en la guía sin salida y con dos crías convendría
Movida legal, yo pienso en plano global
En el despacho oval, es importante, vital
Hacer la onda vital, pasarte el jefe final
Marcar el gol a final, una matanza coral, viral

Hostia puta, mira

El Pro no tiene rival, la ruina crece en Raval
Una batalla campal, naval, real

Una carencia moral, los que se fueron ya no vaya a llamar
La pongo al hueco porque corre y ama
Yo salí del portal y me crucé un local
Una movida fecal, letal

Mi golpe sabe a metal, la sangre llama al metal
Nunca se para el pedal, yo coso ya sin dedal
De tres solos sin mirar, nunca celebra al tirar
No puede ni respirar, como cae en espiral
¿Qué tal? Te veis tomar Orfidal
Yo soy el mejor oficial, por eso tiene el dorsal
Lo normal, bro

Nunca lo vi como igual, al lado de mí lo hacen mal
Yo solo tengo un igual, mi dual (ah, ya)
Mi punto nunca es final, esto se pega viral
El resultado es final, magistral (de nada)

How you like me now?
El Pro no tiene rival
El Pro no tiene rival
El Pro no tiene rival
No tiene rival
Rival

O PRO NÃO TEM RIVAL

Olha
O Pro não tem rival
Algaré

Tenho filhos da puta de verdade, muitos cabras leais
Vão te deixar marcas como no bairro, sinais
Teu primo não vale nada, não quero amigos na cadeia
Que estão roubando em portões, nem contratos, nem ideias
Nem detector de metais, crescemos com criminosos
Algaré, é melhor não me pare
Bairros marginalizados, várias feridas vitais
Não chegam ao hospital, no final morrem na rua
A droga não se confia, a garantia é a minha

Sinto que a CIA já me segue
Minhas manias sobem e já soa claro
É de verdade, pra ser real
A droga pelas ruas, pela ria em um Kia
Amanhã tá na Gran Vía, tá vendida, arrogância
Tá na lista sem saída e com duas crianças convém
Movida legal, eu penso em plano global
No escritório oval, é importante, vital
Fazer a onda vital, passar pelo chefe final
Marcar o gol no final, uma matança coral, viral

Caraca, olha

O Pro não tem rival, a ruína cresce no Raval
Uma batalha campal, naval, real

Uma carência moral, os que foram já não vão chamar
Coloco no buraco porque corre e ama
Eu saí do portal e cruzei um local
Uma situação fecal, letal

Meu golpe sabe a metal, o sangue chama o metal
Nunca para o pedal, eu costuro já sem dedal
De três só sem olhar, nunca celebra ao chutar
Não pode nem respirar, como cai em espiral
E aí? Você tá tomando Orfidal
Eu sou o melhor oficial, por isso tem o dorsal
O normal, mano

Nunca vi como igual, ao meu lado fazem mal
Só tenho um igual, meu dual (ah, já)
Meu ponto nunca é final, isso se espalha viral
O resultado é final, magistral (de nada)

Como você me acha agora?
O Pro não tem rival
O Pro não tem rival
O Pro não tem rival
Não tem rival
Rival