Bloodlust Redemption
Bathed in cum, she heads for the shower
Unknowing the twist of faith, her final hour
Bloodlust haunting me, leaving me no choice
Yearning for her blood, my only fucking rehoice
Your pain... Blood release me!
Your screams... Are futile bitch!
Had her last load, up her face
Another whore's life, will now be erased
Welcome sluts
Welcome to my world of pain
For you'll be my monument
My monument of death's decay
Pissing in a gaping hole
Where her chest used to be
Leaving a grimace on my face
Caouse this abhorrent delight releases me
Release me, release from the voices
Voices, voices in my head
Till these voices again
With blood have to be fed
Gutting her, slice her to bits
Blood squirts all over me
While I lick what's left to her tits
Cutting up her cunt, slice of every limb
Using her asshole, as a fleshly cock ring
Welcome sluts
Welcome to my world of pain
For you'll be my monument
My monument of death's decay
Pissing in a gaping hole
Where her chest used to be
Leaving a grimace on my face
Caouse this abhorrent delight releases me
Redempção do Sanguinário
Banho de porra, ela vai pro chuveiro
Sem saber da reviravolta do destino, sua hora final
Sede de sangue me assombrando, sem escolha a fazer
Ansiando pelo seu sangue, minha única porra de escolha
Sua dor... Sangue, liberte-me!
Seus gritos... São inúteis, vadia!
Teve sua última carga, no rosto
A vida de mais uma puta, agora será apagada
Bem-vindas, vadias
Bem-vindas ao meu mundo de dor
Pois vocês serão meu monumento
Meu monumento da decadência da morte
Mijando em um buraco aberto
Onde seu peito costumava estar
Deixando uma careta no meu rosto
Pois esse deleite abominável me liberta
Libere-me, liberte-me das vozes
Vozes, vozes na minha cabeça
Até que essas vozes novamente
Com sangue tenham que ser alimentadas
Eviscerando-a, cortando-a em pedaços
Sangue espirra por todo lado
Enquanto eu lambo o que sobrou dos seios dela
Cortando sua xoxota, fatiando cada membro
Usando seu cu, como um anel peniano de carne
Bem-vindas, vadias
Bem-vindas ao meu mundo de dor
Pois vocês serão meu monumento
Meu monumento da decadência da morte
Mijando em um buraco aberto
Onde seu peito costumava estar
Deixando uma careta no meu rosto
Pois esse deleite abominável me liberta