Welcome Fatality
Welcome fatality
Far is the end. I'll never die but by my hand.
All my past life I dreamt at this moment, the time to prove I am a man.
I'll never end. They will be there, under my command.
The fear they'll feel is like a shadow in disguise, my words they will obey.
All your hopes are fear, and belong to me.
I could pull the trigger, and give you death.
In a hopeless time I'm paralized.
Reconciliation came to be denied
I'd bet with fate, and lost my life.
Redemption, truely compromised.
Frightened and afraid, I have died with that man.
Each dream my mother had were destroyed in the moment her child tried to slay.
All turned to sand. My whole life I thrown away.
The fear I feel is product of my disguise, I pretended to be a man.
All my hopes and fears, are turned to sand.
I could pull the trigger, and give me rest.
In this helpless Cage
I now realize how I've been stupid, how I've been blind
What means my courage? I lost my life
The second he died this cage became my wife
Paralisado numa onda de medo, em que a culpa impulsiona o tempo, percebo a fraqueza da vontade, e a imensa dor cujo nome é memória.
Expiados meus pecados, nessa ferida lacerada pela culpa infinita percebo com clareza que a maldade é o anverso da esperança.
Bem-vindo Fatality
Bem-vindo fatalidade
Agora é o fim. Eu nunca vou morrer, mas pela minha mão.
Toda a minha vida eu sonhei passado, neste momento, o tempo para provar que eu sou um homem.
Eu nunca vou acabar. Eles vão estar lá, sob o meu comando.
O medo que eles sentem é como uma sombra no disfarce, minhas palavras vão obedecer.
Todas as suas esperanças são o medo, e pertencem a mim.
Eu poderia puxar o gatilho, e dar-lhe a morte.
Em uma época sem esperança Estou paralisada.
Reconciliação veio a ser negado
Eu aposto com o destino, e perdi minha vida.
Redenção, verdadeiramente comprometida.
Assustado e com medo, eu morri com esse homem.
Cada sonho, minha mãe teve foram destruídos no momento em que seu filho tentou matar.
Todos se voltaram para a areia. Minha vida inteira eu jogado fora.
O medo que eu sinto é produto de meu disfarce, eu fingia ser um homem.
Todas as minhas esperanças e medos, que se convertem a areia.
Eu poderia puxar o gatilho, e me dar descanso.
Neste Gaiola indefeso
Agora percebo como eu fui estúpido, como eu estive cego
O que significa que a minha coragem? Eu perdi minha vida
O segundo morreu esta gaiola se tornou minha esposa
Paralisado n'uma onda de Medo, in Qué uma culpa impulsiona o tempo, percebo uma Fraqueza da Vontade, ea dor imensa Cujo Nome Memória é.
Expiados MEUS Pecados, Nessa ferida lacerada Pela culpa infinita percebo com clareza Que a maldade E o anverso da Esperança.