Tiny Streams
Morning sun begins the day
Mothers child has gone away
Locked inside the game that they taught him all to play
Closet city sleeping pretty tired from the day
And if he leaves the tiny porch light dim
He'll keep the dogs at bay
Snotty little brat he plays
Never puts his toys away
Breaks the ones he's used if they don't sparkle anymore
Dollies in the playhouse kissing
All their little heads are missing
Chop their tiny hands with this thing
That's what daddy bought them for
Red and white's turned blue today
I laught to dry the tear away
Sitting in my ceilings face
This boiling rainbow webbing places
Smiles soft anger feeling shapes
Of mouths and hands in sonic scapes
Fingers spanning psychic burning
Black sabbath record turning
Pools of vision, understanding
Forms absorb to keep from laughing
Climb the walls, half inside them
Other side, air is thin there
Friends inside pull me to them
Cannot keep from laughing, laughing
Ripples from the portholes making contact
Center bending circles
Growing echoes of each other
Float reflections of this covered consciousness
Inside this eggshell
Masterpieces scattered not well spoken
Yet still undertaken
Tiny streams of orchestration
Flow into this fisheye car ride
Leaning close to catch his good side
Tiny streams of orchestration
Pequenos Riachos
O sol da manhã começa o dia
O filho da mãe já se foi
Trancado dentro do jogo que ensinaram a ele a jogar
Cidade de armário dormindo, bem cansada do dia
E se ele deixar a luzinha da varanda fraca
Vai manter os cães afastados
Garotinho metido, ele brinca
Nunca guarda os brinquedos
Quebra os que usou se não brilham mais
Bonecas na casinha de boneca se beijando
Todas as cabecinhas estão faltando
Corta as mãozinhas com essa coisa
Foi pra isso que papai comprou
Vermelho e branco ficaram azuis hoje
Eu rio pra secar a lágrima
Sentado na cara do meu teto
Essa teia de arco-íris fervendo lugares
Sorrisos de raiva suave formando
Bocas e mãos em paisagens sonoras
Dedos se espalhando, queimando psíquico
Disco do Black Sabbath girando
Poças de visão, compreensão
Formas absorvem pra não rir
Subo pelas paredes, meio dentro delas
Do outro lado, o ar é fino lá
Amigos dentro me puxam pra perto
Não consigo parar de rir, rindo
Ondulações das janelas fazendo contato
Círculos se curvando no centro
Ecos crescendo uns dos outros
Reflexos flutuam dessa consciência coberta
Dentro dessa casca de ovo
Obras-primas espalhadas, não bem faladas
Ainda assim, realizadas
Pequenos riachos de orquestração
Fluem nessa viagem de carro com olho de peixe
Inclinando-se pra pegar seu melhor ângulo
Pequenos riachos de orquestração