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Uma Vila, Uma Ilusão

Quella Vecchia Locanda

Un Villaggio, Un'Illusione

Corro a perdifiato,
per cosa ancora non lo so,
su quest'erba arsa,
di certo meta io non ho.
Fugge sempre il mondo
davanti agli occhi miei.
Ho sete di vita
perciò saziarmi mai potrò.
Ecco là un villaggio
a tutti aperto e non a me.
Atroce il mio destino,
deve restarmi qualcuno vicino,
deve restarmi qualcuno vicino.

La paura è in me,
son vicino ma,
alla casa là non arrivo mai,
per far ciò darei la mia vita.
Da una porta che è spuntata là,
presto è dentro me piombo fuso ormai,
sulla carne calda scorre il sangue giù,
l'erba verde e alta rosso fuoco è.

Uma Vila, Uma Ilusão

Corro sem parar,
por quê ainda não sei,
nessa grama queimada,
sem destino, eu não sei.
O mundo sempre foge
dos meus olhos, eu vejo.
Tenho sede de vida
por isso nunca me sacio.
Olha lá uma vila
aberta a todos, menos a mim.
Atroz é meu destino,
devo ter alguém por perto,
devo ter alguém por perto.

O medo está em mim,
estou perto, mas,
naquela casa nunca chego,
por isso daria minha vida.
Por uma porta que surgiu ali,
logo dentro de mim, o metal derretido já,
sangue quente escorre, desce,
a grama verde e alta é fogo vermelho.

Composição: Gianni Dell\'Orso