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Sen II

Quo Vadis

Sen II

Jak w±¿ wije siê
Ju¿ mg³a otula mnie
Ju¿ dzieñ ubiera habit nocy
Ju¿ nó¿ w rêku dr¿y
Ju¿ czujê zapach krwi
Purpura mi zalewa oczy

Mam mroczne sny
Wtedy gdy
Na niebie ksiê¿yc pe³ni± l¶ni

Jak w±¿ wije siê
I jab³kiem mami mnie
Zatruwa serce oraz duszê
Jak wesz drêczy mnie
Wysysa z ¿y³ mi krew
I oddech - ju¿ siê duszê

Mam mroczne sny
Wtedy gdy
Na niebie ksiê¿yc pe³ni± lni

Sen II

Como uma cobra se contorce
Já a névoa me envolve
Já o dia veste o manto da noite
Já a noite treme na mão
Já sinto o cheiro de sangue
A púrpura me enche os olhos

Eu tenho sonhos sombrios
Quando
No céu a lua cheia brilha

Como uma cobra se contorce
E a maçã me seduz
Envenena meu coração e minha alma
Como um piolho me atormenta
Suga meu sangue das veias
E a respiração - já estou sufocando

Eu tenho sonhos sombrios
Quando
No céu a lua cheia brilha

Composição: