Capathy
Coward human got a gun, he's down to shoot it, run
Bow before his outward spouting power
A flower slumps in the slums
A crushing flood on someone's love, someone's son, someone's done
(Buck, Buck, Buck, UHHH)
And the rain sings like, I don't care
And the train howls like, I don't care
But where them thugs at, so other thugs know just who to bust at
Some dumb ass brats who buck at other thugs, but miss as much as tap
To cap a total stranger's rug rat
Waitin on the bus mad
Not another mustard…puff…slug through lung and lunch bag
Fuck cats actin adamant about thug ass philosophy
But oddly enough never changed a diaper or diaper wrapped colostomy
Rap about zaggin rags, I highly doubt it
Let the dragon out on babies babies, now ain't a side round it
(I don't care)
Drowning flowers ain't a thing, not for cowards fraid to sing
That goes for cops up on Howard
Panoptic tower made of heat
It's raining steel nails through tissue boat sails and gales of dollar cream
Hail increase like collars, fathers martyred out of ink
Think how slaughtered daughters' mothers weep it out without an ounce of sleep
Salty heaps of sniffled "why's" crystallized round her cheeks
Sees the skies as just clouds now
Shouts in her pillow wet
But where my killer's killers?
To fill in her children's silhouette
Chillin, building hell, feelin well, killin something
Blood for miles, high as a horse's bridle, demons runnin, Jesus comin
Told 'em
Hold 'em to an unrepentant sentence, senseless muggin
Desensitized eyes, shruggin pride, to deny your lungs from pumpin
He's the hardest motherfucker ever fucked a mother
Brother bucker
Bust at thunder in his slumber
Up to pluck your number
Peace
The Harvest
Rubber Duckers, he's retarded
Swingin his sickle, gleanin brittle garden, marksman sucks you under
I don't care
Capathy
Humano covarde tem uma arma, tá pronto pra atirar, corre
Se curva diante do poder que ele exala
Uma flor murcha na favela
Uma inundação esmagadora no amor de alguém, filho de alguém, alguém se foi
(Buck, Buck, Buck, UHHH)
E a chuva canta como se, tanto faz
E o trem uiva como se, tanto faz
Mas onde estão os marginais, pra que outros marginais saibam em quem atirar
Uns idiotas que atiram em outros marginais, mas erram tanto quanto acertam
Pra acabar com o filho de um total desconhecido
Esperando o ônibus, puto
Não é mais um mostarda… puff… bala passando pelo pulmão e pela bolsa de lanche
Foda-se os gatos agindo como se soubessem tudo sobre filosofia de marginal
Mas curiosamente nunca trocaram uma fralda ou lidaram com colostomia
Rimando sobre trapos, duvido muito
Deixa o dragão solto em bebês, agora não tem como contornar isso
(Eu não me importo)
Afogar flores não é nada, não para covardes com medo de cantar
Isso vale pros policiais na Howard
Torre panóptica feita de calor
Chovendo pregos de aço através de velas de barco de papel e ventos de grana
Aumentando como colares, pais martirizados sem tinta
Pensa em como mães de filhas massacradas choram sem dormir
Montes salgados de "porquês" cristalizados em suas bochechas
Vê o céu como só nuvens agora
Grita em seu travesseiro molhado
Mas onde estão os assassinos do meu assassino?
Pra preencher a silhueta de seus filhos
Relaxando, construindo o inferno, se sentindo bem, matando algo
Sangue por milhas, alto como a brida de um cavalo, demônios correndo, Jesus vindo
Disse a eles
Segura eles a uma sentença irredenta, assalto sem sentido
Olhos dessensibilizados, ombros encolhidos, negando seus pulmões de bombear
Ele é o filho da puta mais durão que já comeu uma mãe
Irmão fodão
Atira no trovão enquanto dorme
Pronto pra pegar seu número
Paz
A Colheita
Patinhos de borracha, ele é retardado
Balançando sua foice, colhendo um jardim frágil, atirador te afunda
Eu não me importo