Enemies Everywhere
Footsteps in the dark, but I see no face
Paranoia in my chest, can't escape this place
Every shadow looks like death on the run
Enemies surround me, but I'm still not done
Eyes on my back, I can't trust the air I breathe
Whispers in the night like they plotting underneath
I'm trapped in the cycle, steel tucked in my jeans
Blood on the pavement paints these ghetto scenes
Every smile's fake, every handshake's cold
Even my reflection looks like it wants control
I walk with the gang, that's my only shield
Brothers in the hustle, never back, never yield
I hear the steps, but the streets don't lie
Enemies around me, waiting for me to die
Paranoia in my soul, but I'll never fold
Surviving in the fire, heart colder than gold
My shadow cuts deep, like a blade in the night
My mind's my own enemy, I'm losing the fight
Every stumble I make, they clap from the side
Praying for my fall, but I still survive
I chose this road, destruction was my deal
Signed in blood, pain the only thing real
Mama, forgive me, I know I let you down
But in this jungle, weakness gets you drowned
I hear the steps, but the streets don't lie
Enemies around me, waiting for me to die
Paranoia in my soul, but I'll never fold
Surviving in the fire, heart colder than gold
Demons in my head, angels walked away
Every night's a war, I fight to see the day
If tomorrow never comes, at least I played my part
The ghetto raised a soldier with a stone-cold heart
Eyes wide open, can't afford to blink
Every second's danger, deeper than they think
Brothers at my side, we ride till the end
No trust for the foe, no trust for a friend
Bullets in the wind whisper death's refrain
Survival's the prize in this life of pain
I carry the burden, can't erase my scars
But I'll die on these streets reaching for the stars
I hear the steps, but the streets don't lie
Enemies around me, waiting for me to die
Paranoia in my soul, but I'll never fold
Surviving in the fire, heart colder than gold
Inimigos Por Toda Parte
Passos na escuridão, mas não vejo nenhum rosto
Paranoia no peito, não consigo escapar deste lugar
Cada sombra parece a morte em fuga
Inimigos me cercam, mas ainda não acabou
Olhos nas minhas costas, não posso confiar no ar que respiro
Sussurros na noite como se estivessem tramando por baixo
Estou preso no ciclo, aço escondido na minha calça jeans
Sangue no asfalto pinta essas cenas do gueto
Cada sorriso é falso, cada aperto de mão é frio
Até meu reflexo parece querer controle
Ando com a gangue, esse é meu único escudo
Irmãos na correria, nunca recuamos, nunca nos rendemos
Ouço os passos, mas as ruas não mentem
Inimigos ao meu redor, esperando que eu morra
Paranoia na alma, mas jamais me renderei
Sobrevivendo no fogo, coração mais frio que ouro
Minha sombra corta fundo, como uma lâmina na noite
Minha mente é minha própria inimiga, estou perdendo a luta
A cada tropeço, aplaudem ao meu lado
Rezando pela minha queda, mas ainda sobrevivo
Escolhi este caminho, a destruição era o meu pacto
Assinado com sangue, a dor a única coisa real
Mamãe, me perdoe, eu sei que te decepcionei
Mas nesta selva, a fraqueza te afoga
Ouço os passos, mas as ruas não mentem
Inimigos ao meu redor, esperando que eu morra
Paranoia na alma, mas jamais me renderei
Sobrevivendo no fogo, coração mais frio que ouro
Demônios na minha cabeça, anjos se afastaram
Toda noite é uma guerra, luto para ver o dia
Se o amanhã nunca chegar, pelo menos eu fiz a minha parte
O gueto criou um soldado com um coração de pedra
Olhos bem abertos, não posso me dar ao luxo de piscar
Cada segundo é um perigo, mais profundo do que eles imaginam
Irmãos ao meu lado, vamos até o fim
Sem confiança no inimigo, sem confiança em um amigo
Balas ao vento sussurram o refrão da morte
Sobreviver é o prêmio nesta vida de dor
Carrego o fardo, não posso apagar minhas cicatrizes
Mas morrerei nestas ruas, buscando as estrelas
Ouço os passos, mas as ruas não mentem
Inimigos ao meu redor, esperando que eu morra
Paranoia na alma, mas jamais me renderei
Sobrevivendo no fogo, coração mais frio que ouro
Composição: Diego Monteiro do Nascimento