Apokalisse
Ho visto la luna che cresceva a ponente
E cani latrare in mezzo a tutto quel niente
Solo ombre dipinte da una mano tramante
E stormi di angeli migrare ad oriente…
…e stormi di angeli migranti ad oriente.
Ho visto poeti vendere le parole,
in cambio di vita eterna e un pezzo di pane,
ho visto bene in faccia chi ha ucciso il sole
ma qui non c'è nessuno a cui poterlo raccontare.
Ho figli a due teste che chiedono di morire,
e chiese brillanti che mi invitano a pregare,
tra croci incendiate e rane mutanti
un uomo si chiede dove andremo a finire,
e l'uomo si chiede dove andremo a finire…
quell'uomo si chiede dove andremo a finire
Apocalipse
Eu vi a lua crescendo a oeste
E cães latindo no meio de todo esse nada
Somente sombras pintadas por uma mão que se despede
E bandos de anjos migrando para o leste…
…e bandos de anjos migrantes para o leste.
Eu vi poetas vendendo palavras,
em troca de vida eterna e um pedaço de pão,
eu vi bem na cara quem matou o sol
mas aqui não tem ninguém pra quem contar isso.
Tenho filhos de duas cabeças que pedem pra morrer,
e igrejas brilhantes que me convidam a rezar,
entre cruzes incendiadas e rãs mutantes
um homem se pergunta onde vamos parar,
e o homem se pergunta onde vamos parar…
esse homem se pergunta onde vamos parar.