Otrora (part. Juank Padilla)
Te vas y no consigo en mí ni un poquito de fe para evitar tu viaje
No te has ido y juro que ya comencé a extrañarte
Y en mi mente no hay un plan que me indique olvidarte
Ya sé que no nos funcionó, que convivimos mal
Que a tus arenas altas no llegó mi mar
Que nuestro amor fue frágil y nos cambió el paisaje
Por eso tu equipaje
Tú dime qué harás en tus noches de frío
Que yo solo sé que tu cuerpo es el mío
Enséñame a hacer una vida conmigo
En donde no estén mis locuras contigo
Dime cómo hacer para vaciar mi memoria
Y cómo lograr no mirar tus historias
Me niego a aceptar que no di suficiente
Si te lo di todo y lo sabe la gente
Otrora, te espero a la orilla del camino
Y ahora, me enfrento a tu olvido
Tú dime qué harás en las noches de frío
Que yo solo sé que tu cuerpo es el mío
Enséñame a hacer una vida conmigo
En donde no estén mis locuras contigo
No alcanzo a descifrar el cómo aun cuando haya amor
El mismo amor no alcance para retenerte en mí y provocar tu anclaje
O decir que si te vas te seguiré en tu viaje
Ya sé que todo se arruinó, que tonterías absurdas lograron tu adiós
Que aunque pinté un azul no pude hacerte un cielo
En donde los te quiero vencieran a lo eterno
Y dime qué hacer cuando mire tus fotos
Y empiece a entender que tus sueños son otros
Cuando mis silencios no encuentren salida
Te voy a llorar como a nadie en la vida
Dime cómo hacer para vaciar mi memoria
Y cómo lograr no mirar tus historias
Me niego a aceptar que no di suficiente
Si te lo di todo y lo sabe la gente
Otrora, espero tu Sol en el camino
Y ahora, me enfrento a tu olvido
Tú dime qué harás en las noches de frío
Que yo solo sé que tu cuerpo es el mío
Enséñame a hacer una vida conmigo
En donde no estén mis locuras contigo
Antigamente (part. Juank Padilla)
Você vai e eu não consigo ter nem um pouco de fé em mim pra evitar sua partida
Você ainda não foi e juro que já comecei a sentir sua falta
E na minha cabeça não tem um plano que me diga como te esquecer
Já sei que não deu certo, que convivemos mal
Que suas areias altas não chegaram ao meu mar
Que nosso amor foi frágil e mudou a paisagem
Por isso sua bagagem
Me diz o que você vai fazer nas suas noites frias
Que eu só sei que seu corpo é meu
Me ensina a fazer uma vida comigo
Onde não estejam minhas loucuras com você
Me diz como fazer pra esvaziar minha memória
E como conseguir não olhar suas histórias
Me recuso a aceitar que não dei o suficiente
Se eu te dei tudo e todo mundo sabe
Antigamente, eu te espero à beira do caminho
E agora, enfrento seu esquecimento
Me diz o que você vai fazer nas noites frias
Que eu só sei que seu corpo é meu
Me ensina a fazer uma vida comigo
Onde não estejam minhas loucuras com você
Não consigo entender como, mesmo havendo amor
O mesmo amor não é suficiente pra te manter em mim e provocar seu anclaje
Ou dizer que se você for, eu vou te seguir na sua viagem
Já sei que tudo se estragou, que bobagens absurdas conseguiram seu adeus
Que mesmo pintando um azul, não consegui te fazer um céu
Onde os 'eu te amo' vencessem o eterno
E me diz o que fazer quando eu olhar suas fotos
E começar a entender que seus sonhos são outros
Quando meus silêncios não encontrarem saída
Vou chorar por você como por ninguém na vida
Me diz como fazer pra esvaziar minha memória
E como conseguir não olhar suas histórias
Me recuso a aceitar que não dei o suficiente
Se eu te dei tudo e todo mundo sabe
Antigamente, espero seu Sol no caminho
E agora, enfrento seu esquecimento
Me diz o que você vai fazer nas noites frias
Que eu só sei que seu corpo é meu
Me ensina a fazer uma vida comigo
Onde não estejam minhas loucuras com você