395px

Tiro Ao Álvaro

Rafael Bittencourt

Tiro Ao Álvaro

De tanto leva frechada do teu olhar
Meu peito até parece sabe o quê?
Táubua de tiro ao álvaro

Não tem mais onde furar
(Não tem mais)
De tanto leva frechada do teu olhar
Meu peito até parece sabe o quê?
Táubua de tiro ao álvaro

Não tem mais onde furar
Teu olhar mata mais do que bala de carabina
Que veneno estriquinina
Que peixeira de baiano
Teu olhar mata mais que atropelamento de automóver
Mata mais que bala de revórver
De tanto leva frechada do teu olhar
Meu peito até parece sabe o quê?
Táubua de tiro ao álvaro

Não tem mais onde furar
Não tem mais
De tanto leva frechada do teu olhar
Meu peito até parece sabe o quê?
Táubua de tiro ao álvaro

Não tem mais onde furar
Teu olhar mata mais do que bala de carabina
Que veneno estriquinina
Que peixeira de baiano
Teu olhar mata mais que atropelamento de automóver
Mata mais que bala de revórver

Tiro Ao Álvaro

De tanto levar flechada do teu olhar
Meu peito até parece, sabe o quê?
Tábua de tiro ao Álvaro

Não tem mais onde furar
(Não tem mais)
De tanto levar flechada do teu olhar
Meu peito até parece, sabe o quê?
Tábua de tiro ao Álvaro

Não tem mais onde furar
Teu olhar mata mais do que bala de carabina
Que veneno estriquinina
Que peixeira de baiano
Teu olhar mata mais que atropelamento de carro
Mata mais que bala de revólver
De tanto levar flechada do teu olhar
Meu peito até parece, sabe o quê?
Tábua de tiro ao Álvaro

Não tem mais onde furar
Não tem mais
De tanto levar flechada do teu olhar
Meu peito até parece, sabe o quê?
Tábua de tiro ao Álvaro

Não tem mais onde furar
Teu olhar mata mais do que bala de carabina
Que veneno estriquinina
Que peixeira de baiano
Teu olhar mata mais que atropelamento de carro
Mata mais que bala de revólver

Composição: Oswaldo Molles, João Rubinato