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Os Patíbulos e o Caixão Preto

Rage Nucléaire

The Gallows And The Black Coffin

Suspendatur per collum
Turn death's darkest shades:
All the colours of asphyxia;
Thou art hanged, but thy seed is quick

0 Gallowsborn, unsoiled by light
Bring the plague;
Bring corpselights from the carcasscape
Bring the plague
Up from plague pits yawning wide
Upon which a crossmoon shines
Bring them that grim death designs
Whose sex appeal can't be denied

The twisted dead that have stained the soil
Bring the plague
Bring the grave to all who have eyes to see
Bring the plague
Worms come after hands like spiders
That bring the plague
To this place of putrescences
Bring the plague

As the gadarene swine leapt for thee
Let their offspring roam the streets
While mother proctor trades in seats
With a better view of the triple tree
Of ty burn

Bring black coffins filled with rats
Bring the plague
From the gallows, through the corpse-gate
Bring the plague
Bring shadows to these ancient walls
Bring the plague
Let nothing stop thee, let no one stop thee
Bring the plague

For behind smiles to despise
Lurks a traded in the eyes

This is blasphemy made flesh
With eyes as warm as a deathbed fuck

Os Patíbulos e o Caixão Preto

Suspenda pelo pescoço
Vire as sombras mais escuras da morte:
Todas as cores da asfixia;
Tu estás enforcado, mas tua semente é viva

0 Nascido do patíbulo, imaculado pela luz
Traga a praga;
Traga luzes de cadáveres do campo de carcaças
Traga a praga
De fossas de peste que se abrem largas
Sobre as quais uma lua cruzada brilha
Traga aqueles que a morte sombria desenha
Cujo apelo sexual não pode ser negado

Os mortos retorcidos que mancharam o solo
Traga a praga
Traga o túmulo a todos que têm olhos para ver
Traga a praga
Vermes vêm atrás de mãos como aranhas
Que trazem a praga
Para este lugar de putrefações
Traga a praga

Enquanto os porcos gadarenos saltavam por ti
Deixe sua prole vagar pelas ruas
Enquanto a mãe proctor troca de assentos
Com uma visão melhor da árvore tripla
De ty burn

Traga caixões pretos cheios de ratos
Traga a praga
Do patíbulo, através do portão dos cadáveres
Traga a praga
Traga sombras para essas paredes antigas
Traga a praga
Deixe nada te parar, deixe ninguém te parar
Traga a praga

Pois por trás de sorrisos a desprezar
Esconde-se um comércio nos olhos

Isto é blasfêmia feita carne
Com olhos tão quentes quanto uma transa de leito de morte