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Notícias da Minha Alma

Raly Barrionuevo

Noticias de Mi Alma

Voy desandando la piel del camino que beso tus pies
y en un solsticio de greda llega ese beso a mi sed
antiguos ritos del sol cantaban plegarias...

Y se moría el ayer, en el rostro de aquella oración
como esa agüita de lluvia, que sobre el monte durmió
el viejo huayra cantor fue igual a tu abrazo

Porque hay en mi guitarra, un halo de distancia...
de soledad, de libertad, de un grito azul, de sal...
a tiempo acude el dolor trayendo noticias de mi alma.

Se hace mas limpia mi voz, como hoguera de humano calor
brillan tus ojos sencillos en mi silencio marrón...
como la muerte del sol sobre la distancia

No habrá regreso ni adiós, solo un rustico llanto de alcohol
y todo vuelve a su ciclo, tus pasos, mi corazón...
y se echaran a volar con la madrugada

Porque hay en mi guitarra, un halo de distancia...
de soledad, de libertad, de un grito azul, de sal...
a tiempo acude el dolor trayendo noticias de mi alma.

Notícias da Minha Alma

Vou desandando a pele do caminho que beija seus pés
E em um solstício de barro chega esse beijo à minha sede
Antigos rituais do sol cantavam orações...

E o ontem morria, no rosto daquela oração
Como aquela aguinha de chuva, que sobre a montanha dormiu
O velho huayra cantor foi igual ao seu abraço

Porque há na minha guitarra, um halo de distância...
De solidão, de liberdade, de um grito azul, de sal...
A tempo chega a dor trazendo notícias da minha alma.

Minha voz se torna mais limpa, como fogueira de calor humano
Brilham seus olhos simples no meu silêncio marrom...
Como a morte do sol sobre a distância

Não haverá retorno nem adeus, só um rústico choro de álcool
E tudo volta ao seu ciclo, seus passos, meu coração...
E vão se lançar ao vento com a madrugada

Porque há na minha guitarra, um halo de distância...
De solidão, de liberdade, de um grito azul, de sal...
A tempo chega a dor trazendo notícias da minha alma.

Composição: Cristian Banegas / Ernesto Guevara / Raly Barrionuevo