Costumbres
Costumbres, viejas costumbres
no dejan al mundo correr,
costumbres, viejas costumbres
nos atan de manos y pies.
Razones sin fundamentos
caminos que hay que recorrer,
los quieras o no los quieras,
pues son costumbres de ayer.
El hombre lleva cadenas
que el mundo le pone al nacer
costumbres que son cadenas,
cadenas que no se ven.
Un día le cuelgan un nombre,
que carga una vida con el,
le guste o no le guste,
no importa su parecer.
Después le enseñan lo mismo,
que a este, que a ese o aquel
le enseñan viejas costumbres
que aprende sin saber porque.
Y el día que quiere ser libre
e intenta volar, por ahi correr,
se acuerda de las costumbres
y vuelve a lo mismo otra vez...
Costumes
Costumes, velhos costumes
não deixam o mundo andar,
costumes, velhos costumes
nos prendem de mãos e pés.
Razões sem fundamento
caminhos que temos que trilhar,
querendo ou não querendo,
pois são costumes de antigamente.
O homem carrega correntes
que o mundo lhe impõe ao nascer,
costumes que são correntes,
correntes que não se vêem.
Um dia lhe colocam um nome,
que carrega uma vida com ele,
goste ou não goste,
não importa sua opinião.
Depois lhe ensinam a mesma coisa,
que a este, que a aquele ou a outro
e ensinam velhos costumes
que aprende sem saber por quê.
E no dia que quer ser livre
e tenta voar, correr por aí,
lembra dos costumes
e volta à mesma coisa outra vez...
Composição: Manuel Alejandro