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Inefável

Rapsusklei

Inefable

No tuve la dislexia y poca voz de mando,
Asi es como ando, mi dolor sobre el mar navegando.
No llegué a bahía y la sequía ansía suavita,
La habitación dolor renta per cápita ni la mitad,
De la mitad de tus actos, puedo definirlos como actos son impactos,
Sigo intacto, intacto quedo cuando vuelo alto detras del primer asalto,
En el asfalto me descarto, por no ser uno mas no ir a la moda,
No seguir la bola de la trola del mcdonals cocacola los moviles coches la videoconsola,
En un mundo de chichi o cola sigue ella bailando sola.
Y yo sigo amarrado a mis angustias, frutos de odiseas no aceptadas en industrias,
Mustias flores que siempre se afincan en mi cama, jodido preso terminal de un poético drama.
La ventana, del corazon y labios distraidos, habita mi conciencia en ti con todos mis sentidos deprimidos,
Alegres y reversos impacientes, pero dios le da pan al que no tiene dientes,!!socorro!! !!socorro!!
Corro por tu andar como un graffítero, tras conseguir su valiado tesoro es un simple trazo,
Muero por tu lazo de aumentar mas los problemas, pero ya me quemas yo no puedo amarte a plazos...
Se acabó el perdóname por todo, preciosa, despues de malvivir no se hacer otra puta cosa,
Nose decidirme, pero siempre acabo en sustos, nunca llueve pa todos los gustos aunque...
Yo danzo con la lluvia y con las olas, te hubiese dao mas de lo que me robas, mi corazon es,
Un cuarto trastero vaya a donde guardar las sobras no me jodas, sopaboba no va con mi alcoba de cahoba.
!!no va!! !!no va!! !!no va!! !!que yo no soy un latinlover!! arroba punto com i love cuando mi corazon se desahoga...
Algo que no me enseñó mi madre, es que una puerta que se cierra es otra que se abre, que se abre....
Voy calzando cuñas entre mi escasez, pero no me quedan lágrimas ni uñas, moriré otra vez...
Ya estoy acostumbrado a ser olvido, ya he recibido el dolido pache azabache molido, parche cosido,
Pido al apache que alcanze su nido, para que los niños encontremos a esto algun puto sentido.
O un colorido menos fatuo, tatuó el diablo su alma en nombre del cualpuo, actuó,
Tal como los dioses lo esperaban, daban su fe todos los tramposos que hoy alaban por su evacuo,
En el tentáculo del cálculo mentálculo, que instalan en su párbulo inefábulo te eyáculo,
Preso del bártulo del cárburo perdiendo su coágulo, su ángulo rectángulo, reináguro,
Su bienestar su amor benévolo, benévolo, elevólo que ansiado ayer penélevo, revélevo,
Por si los tiempos nos confunden, siempre llevo guardadas las almas que en mi sangre se diluyen.
Fluyen, son insociable y insaciable y todo queda reducido a elipsis rapsusklei el inefable...
No puedo explicarte con palabras, muchos piensan este jambo está como las cabras,
Pero escribo, y escribo lo que vivo en un papel, soy obsesivo y recibo el castigo al faltar tu piel,
Y repercute en mi, me muero en la cama cada mañana jodido preso terminal de un poético drama, la ventana,
De amor dolor y desengaños, subterráneos mundos de baneos por el kaos de los rebaños,
Vuelvo cada noche a mis confines, aunque ya ha pasado la noche y han pasao de mi tus jardines....
!!el inefable!! que nadie me hable que soy insociable...este jodido incomprendido !!aauuu!!
!!!!! "quizas vea el mundo de otro color" !!!!!

Inefável

Não tive a dislexia e pouca voz de mando,
É assim que ando, minha dor sobre o mar navegando.
Não cheguei à baía e a seca anseia suavemente,
O quarto de dor aluga por cabeça, nem a metade,
Da metade dos seus atos, posso defini-los como atos que são impactos,
Sigo intacto, intacto fico quando voo alto atrás do primeiro ataque,
No asfalto me descarto, por não ser mais um, não ir na moda,
Não seguir a onda da mentira do McDonald's, Coca-Cola, os celulares, o videogame,
Em um mundo de chichi ou cola, ela continua dançando sozinha.
E eu sigo amarrado às minhas angústias, frutos de odisséias não aceitas nas indústrias,
Flores murchas que sempre se fixam na minha cama, preso fodido terminal de um drama poético.
A janela, do coração e lábios distraídos, habita minha consciência em ti com todos os meus sentidos deprimidos,
Alegres e reversos impacientes, mas Deus dá pão a quem não tem dentes,!!socorro!! !!socorro!!
Corro pelo seu andar como um grafiteiro, após conseguir seu valioso tesouro, é um simples traço,
Morro pelo seu laço de aumentar mais os problemas, mas já me queima, não posso te amar a prestações...
Acabou o perdão por tudo, preciosa, depois de malviver não sei fazer outra coisa,
Não sei decidir, mas sempre acabo em sustos, nunca chove para todos os gostos, embora...
Eu danço com a chuva e com as ondas, te teria dado mais do que me roubas, meu coração é,
Um quarto de depósito, onde guardar as sobras, não me fode, boba não vai com meu quarto de cabana.
!!não vai!! !!não vai!! !!não vai!! !!que eu não sou um latin lover!! arroba ponto com, eu amo quando meu coração se desabafa...
Algo que minha mãe não me ensinou, é que uma porta que se fecha é outra que se abre, que se abre....
Vou calçando cunhas entre minha escassez, mas não me restam lágrimas nem unhas, morrerei outra vez...
Já estou acostumado a ser esquecido, já recebi o dolorido remédio azabache moído, remendo costurado,
Peço ao apache que alcance seu ninho, para que as crianças encontremos algum sentido nisso.
Ou um colorido menos fútil, tatuou o diabo sua alma em nome do qualpuo, atuou,
Tal como os deuses esperavam, davam sua fé todos os trapaceiros que hoje louvam por seu vácuo,
No tentáculo do cálculo mental, que instalam em seu parágrafo inefável, te ejacular,
Preso do trambolho do carburo perdendo seu coágulo, seu ângulo retângulo, reinauguro,
Seu bem-estar, seu amor benevolente, benevolente, elevou que ansiado ontem penou, revelou,
Por se os tempos nos confundem, sempre guardo as almas que em meu sangue se diluem.
Fluem, são insociáveis e insaciáveis e tudo fica reduzido a elipses, rapsusklei o inefável...
Não posso te explicar com palavras, muitos pensam que esse cara está como as cabras,
Mas escrevo, e escrevo o que vivo em um papel, sou obsessivo e recebo o castigo por faltar sua pele,
E repercute em mim, morro na cama toda manhã, preso fodido terminal de um drama poético, a janela,
De amor, dor e desenganos, subterrâneos mundos de banhos pelo caos dos rebanhos,
Volto toda noite aos meus confins, embora já tenha passado a noite e seus jardins tenham passado de mim....
!!o inefável!! que ninguém me fale que sou insociável... esse fodido incompreendido !!aauuu!!
!!!!! "talvez veja o mundo de outra cor" !!!!!