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No Meio da Cama

Raúl Ornelas

A La Mitad de La Cama

Otra vez te encuentro haciendo la valija
Una nueva gira te lleva hasta el otro lado de mi vida
Otra vez estoy aquí fumándome los días,
Abriendo cortinas, para que se vaya esta melancolía.

Y yo, no soy el mismo si no estas,
Sufro de un cambio radical,
Y me da miedo despertar.

A la mitad de la cama,
Q fríamente me reclama,
Esos lunares de tu espalda,
Y tu cara sin maquillar.

A la mitad de la cama,
Despierto cada madrugada,
Y abrazo fuerte tu pijama,
Vacía de tu humanidad.

En un par de días vuelves a mi vida
Se acaba la gira
Y junto con ella esta melancolía.

Y yo, no soy el mismo si no estas,
Sufro de un cambio radical,
Y me da miedo despertar.

A la mitad de la cama,
Que fríamente me reclama,
Esos lunares de tu espalda,
Y tu cara sin maquillar.

A la mitad de la cama,
Despierto cada madrugada,
Y abrazo fuerte tu pijama,
Vacía de tu humanidad.

A la mitad de la cama,
Que fríamente me reclama,
Esos lunares de tu espalda,
Y tu cara sin maquillar.

A la mitad de la cama,
Despierto cada madrugada,
Y abrazo fuerte tu pijama,
Vacía de tu humanidad,
De tu humanidad,
De tu humanidad.

No Meio da Cama

Mais uma vez te encontro fazendo as malas
Uma nova turnê te leva pro outro lado da minha vida
Mais uma vez estou aqui, fumando os dias,
Abrindo cortinas, pra ver se essa melancolia vai embora.

E eu, não sou o mesmo se você não está,
Sofro uma mudança radical,
E me dá medo acordar.

No meio da cama,
Que friamente me chama,
Aqueles pintinhas nas suas costas,
E seu rosto sem maquiagem.

No meio da cama,
Acordo toda madrugada,
E abraço forte seu pijama,
Vazio da sua humanidade.

Em poucos dias você volta pra minha vida
A turnê acaba
E junto com ela essa melancolia.

E eu, não sou o mesmo se você não está,
Sofro uma mudança radical,
E me dá medo acordar.

No meio da cama,
Que friamente me chama,
Aqueles pintinhas nas suas costas,
E seu rosto sem maquiagem.

No meio da cama,
Acordo toda madrugada,
E abraço forte seu pijama,
Vazio da sua humanidade.

No meio da cama,
Que friamente me chama,
Aqueles pintinhas nas suas costas,
E seu rosto sem maquiagem.

No meio da cama,
Acordo toda madrugada,
E abraço forte seu pijama,
Vazio da sua humanidade,
Da sua humanidade,
Da sua humanidade.

Composição: