Chamarrita de Una Bailanta
De una bailanta con acordeón
Até la luna con el sol;
Por una noche no fui peón,
Hombre volví y en eso estoy.
Y por una sola fiesta
Me dudé con el patrón,
Que me dijo: parrandero,
No me pisa en el galpón.
Y me habló de obligaciones,
Del trabajo y la nación,
A mí, que sembré en sus campos
Mi pobreza y mi sudor.
Lo miré medio sonriendo
Y monté en mi redomón;
Aramos, dijo el mosquito,
Al buey que rompe el terrón.
Mucho hablar de obligaciones,
Nada de farras, peón;
Usted, que vive a cacundas
De los pobres como yo.
Chamarrita de um clube de dança
Em um clube de dança com um acordeão
Amarrei a lua com o sol;
Por uma noite que eu não era peão
O homem voltou e que eu sou.
E por uma das partes
Eu duvidava que o padrão,
Dito isso, parte dos animais,
Eu estou em casa.
E eu falei de obrigações,
Trabalho e da nação,
Para mim, que eu plantei em seus campos
Minha pobreza e meu suor.
Olhei para ele um meio sorriso
E eu montei meu redomón;
Arado, disse que o mosquito,
O boi que quebra o torrão.
Muita conversa de obrigações,
Sem festa, trabalhador;
Você, que vive cacundas
Dos pobres como eu.
Composição: Carlos Benavides / Washington. Banavides