Maldito corazón
Otra vez, sin decir nada
se marcha de puntillas con el alba,
otra vez como una posdata
un rastro de carmín sobre la almohada.
Yo que intento escapar
de esta tortura, de sus curvas
y su forma de jugar,
yo que juré nunca más
pero aunque quiero no aprendo.
_ Refrain _
Tu mírame, mírame maldito corazón
vivo colgado de sus besos,
líbrame de esta absurda obsesión
y de la cárcel de su cuerpo.
Ella es de esas mujeres
que nunca se desnudan hasta el alma,
ella es piel de madrugada
es frío y soledad cada mañana.
Yo que intento escapar
de esta tortura, de sus curvas
y su forma de jugar,
yo que juré nunca más
pero aunque quiero no aprendo.
_ Refrain _
Tu mírame, mírame maldito corazón
vivo colgado de sus besos,
líbrame de esta absurda obsesión
y de la cárcel de su cuerpo.
Maldito coração
Mais uma vez, sem dizer nada
ela sai de fininho com a aurora,
mais uma vez como uma pós-escrito
um rastro de carmim sobre o travesseiro.
Eu que tento escapar
dessa tortura, das suas curvas
e do jeito que ela brinca,
eu que jurei nunca mais
mas mesmo querendo, não aprendo.
_ Refrão _
Olha pra mim, olha pra mim, maldito coração
vivo pendurado nos beijos dela,
livre-me dessa obsessão absurda
e da prisão do corpo dela.
Ela é dessas mulheres
que nunca se despem até a alma,
elas são pele de madrugada,
é frio e solidão toda manhã.
Eu que tento escapar
dessa tortura, das suas curvas
e do jeito que ela brinca,
eu que jurei nunca mais
mas mesmo querendo, não aprendo.
_ Refrão _
Olha pra mim, olha pra mim, maldito coração
vivo pendurado nos beijos dela,
livre-me dessa obsessão absurda
e da prisão do corpo dela.