Torture Palace
Run, cowards of feeble race, reptiles of hypocrites
Taste the whethen reap of my merciless death
Run, until you comprehend, your dead end is my bloodbath
Come, brazen disguise is your shameful ways to ruin
Cutthroat my hands are, dismantling your sins
You shall suffer, crippled and herded
Your pathetic existence shall suffer
Perished inside demolished sacred
Vanished in the mires of faith
Disavowed to retaliate
You shall suffer, drown by odious worms of dread
Your descent of existence shall suffer
Lepered by the pale caress of death
Dawn fades on the shores of unknown
In to purified insanity I have born
Veils on my dim of light are my burning wings of scorn
Enshrined ways of tortured palace
Are my thirsty veins of defiance
And the joy on desert of silence
Provokes burden hunger for blood of the clawn
My tortuous ways will subvert your preserved infirm crown
Come, my pleasured divine of clamours torture palace
We serve the overdrawn pain and you shall suffer
Dawn fades on the shores of unknown
In to purified insanity I have born
Veils on my dim of light are my burning wings of scorn
On enshrined ways of tortured palace
Palácio da Tortura
Corra, covardes de raça fraca, répteis de hipócritas
Prove a colheita de barro da minha morte implacável
Corra, até entender, seu beco sem saída é meu banho de sangue
Venha, disfarce ousado é seu jeito vergonhoso de arruinar
Minhas mãos são facas, desmontando seus pecados
Você vai sofrer, aleijado e empurrado
Sua existência patética vai sofrer
Perdido dentro do sagrado demolido
Desaparecido nas pântanas da fé
Desavergonhado para retaliar
Você vai sofrer, afogado por vermes odiosos do medo
Sua descida de existência vai sofrer
Leproso pelo toque pálido da morte
A aurora se apaga nas praias do desconhecido
Na insanidade purificada eu nasci
Véus na minha luz tênue são minhas asas ardentes de desprezo
Caminhos consagrados do palácio torturado
São minhas veias sedentas de desafio
E a alegria no deserto do silêncio
Provoca uma fome pesada pelo sangue do garras
Minhas maneiras tortuosas vão subverter sua coroa frágil preservada
Venha, meu prazer divino do clamor palácio da tortura
Servimos a dor excessiva e você vai sofrer
A aurora se apaga nas praias do desconhecido
Na insanidade purificada eu nasci
Véus na minha luz tênue são minhas asas ardentes de desprezo
Nos caminhos consagrados do palácio torturado