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Eu não faço rap

Rayden

no hago rap

No hago rap, hago puentes de plata acicates
Escaparates, vías de escape donde el cora late
No hago bum, ni hago bap, ni egotrip, ni hago trap
Hago tracks que van de boca en boca en el debate
Una debacle que suena en bucle
Sale del bafle hasta tu bloque
No quiero luces, no quiere flashes
No sé qué cruce, hago de enchufe
Hago de choferde un bulldozer
Ondas sonoras, ondas de choque

No hago rap, no hago rap, no hago
No hago rap, no hago rap, No hago rap, no

Hago que goces
Hago de forceps que abren tu tórax
Abro todas las mentes odas
Y cajas fuertes, hago puentes
Para el oyente, para personas
Y otras gentes a contracorriente
Una apisonadora, atronadora
Hago lentes de contacto
Para ver lo que no dicen fuentes ni tus modas
Hago fe de erratas y derrotas
Piques y piquetes, dime y diretes
Y demás demos, no demagogias

No hago rap, no hago rap, no
Y a la para, a la para hago más por
Más por él, más que tú sin hacerlo
Hago lo que me sale de dentro
Lo que siento no no tiene nombre
No pongáis título al sentimiento
No hago rap ya la para hago más por
Más por él, más que tú sin hacerlo

No hago rap, hago rapsodias, bestsellers
Hago que en salas seguidores hagan sold outs
Hago poesía de esa que eleva y no es por posse
Frases que van de nunca en nunca hasta dejarte knock out
Hago de tripas letras, metalliteratura
Conjuntos de certezas, no conjeturas
Algebra pura, no pura droga sin cortar
Hago la duda cura de humildad, hago escritura

No hago rap, no hago rap, No hago rap, no
No hago rap, no hago rap, No hago rap, no

Carne de censura cruda que oprime al opresor
Carne de cañón con alma, canciones sin canon
Hago armas de concentración masiva
Escavo hasta hallar la salida de la caverna de Platón
Lo hago libre y no me pongo límites, no
Ni trabas, haga lo que haga, siempre subo el listón
Hago vibren, lo hago por vocación
Acción de cerrar bien la boca y dar voz al corazón

No hago rap, no hago rap, no
Y a la para, a la para hago más por
Más por él, más que tú sin hacerlo
Hago lo que me sale de dentro
Lo que siento no no tiene nombre
No pongáis título al sentimiento
No hago rap ya la para hago más por
Más por él, más que tú sin hacerlo

Me hago palomitas, hago la vista gorda
Oídos sordos cuando alguien me menciona, sin dar mi nombre
No esperen que responda
Si el sol no se rebaja, no se alarga la sombra
No hago que veas el vaso medio lleno
Lo lleno hasta que veas como rebasa y desborda
Soy la gota que colma y calma el mal ajeno
No hago la copia, hago lo propio, lo que quiero

No hago rap, no hago rap, No hago rap, no
No hago rap, no hago rap, No hago rap, no

Eu não faço rap

Eu não faço rap, eu faço esporas pontes de prata
Vitrines, rotas de fuga onde o coração bate
Eu não bobo, eu não bato, eu não egotrip, eu não aprisiono
Eu crio faixas que passam de boca em boca no debate
Um desastre que soa em loop
Saia do alto-falante para o seu bloco
Não quero luzes, não quero flashes
Eu não sei que crossover, eu toco o plug
Eu sou motorista de uma escavadeira
Ondas sonoras, ondas de choque

Eu não faço rap, eu não faço rap, eu não
Eu não faço rap, não faço rap, não faço rap, não

Eu te faço desfrutar
Eu faço pinças que abrem seu tórax
Eu abro todas as mentes ouvidas
E cofres, faço pontes
Para o ouvinte, para as pessoas
E outras pessoas contra a maré
Um rolo compressor, estrondoso
Eu faço lentes de contato
Para ver o que as fontes ou a sua moda não dizem
Eu confirmo erros de impressão e derrotas
Piques e piquetes, diga-me e diga-me
E outras demos, sem demagogias

Eu não faço rap, eu não faço rap, não
E na parada, na parada eu faço mais por
Mais para ele, mais do que você sem fazer isso
Eu faço o que sai de mim
O que eu sinto não tem nome
Não dê um título ao sentimento
Eu não faço mais rap para fazer mais por
Mais para ele, mais do que você sem fazer isso

Eu não faço rap, faço rapsódias, bestsellers
Tenho fãs que vendem quartos nos quartos
Eu faço poesia daquele que eleva e não é para posse
Frases que vão de nunca a nunca até te nocautearem
I gut lyrics, metaliterature
Conjuntos de certezas, não suposições
Álgebra pura, não droga pura sem cortes
Peço que a dúvida cura humildade, faço escrevendo

Eu não faço rap, não faço rap, não faço rap, não
Eu não faço rap, não faço rap, não faço rap, não

Carne crua da censura que oprime o opressor
Carne de canhão com alma, canções sem cânone
Eu faço armas de concentração de massa
Eu cavo até encontrar a saída da caverna de Platão
Eu o liberto e não coloco limites, não
De jeito nenhum, o que quer que eu faça, eu sempre levanto a barra
Eu faço vibrar, faço por vocação
Ação de fechar bem a boca e dar voz ao coração

Eu não faço rap, eu não faço rap, não
E na parada, na parada eu faço mais por
Mais para ele, mais do que você sem fazer isso
Eu faço o que sai de mim
O que eu sinto não tem nome
Não dê um título ao sentimento
Eu não faço mais rap para fazer mais por
Mais para ele, mais do que você sem fazer isso

Eu me faço pipoca, eu fecho os olhos
Ouvidos surdos quando alguém me menciona, sem dar meu nome
Não espere que eu responda
Se o sol não abaixa, a sombra não se alonga
Eu não faço você ver o copo meio cheio
Eu encho até você ver como ele transborda e transborda
Eu sou a palha que enche e acalma o mal dos outros
Eu não faço a cópia, eu faço o mesmo, o que eu quero

Eu não faço rap, não faço rap, não faço rap, não
Eu não faço rap, não faço rap, não faço rap, não

Composição: