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Acertando as Contas

Requiem

Setting The Score

Weapons, armours, bringers of death
Awaiting the final command
Roaming, searching the fields of blood
Fortune lies in everyones hand
Fighting, dying, on roads of war
Blood and Iron that settles the score
Surviving and telling a bloody story
Paying your price, no guts, no glory

No glory...

Vikings, berserkers from the north
Romans, huns murdered for sports
Spartans, indians weapons now rust
Right or wrong no one judges
Honour, pride, death and glory
Airraid, groundforce roars and fury
Marching the fields on and on
Men never learns til mankinds gone

When ashes rain, power men gain
Death in our hand, innocent lands
Tanks, killing tech, to rape mankind
Only death we'll find

When ashes rain, glory troops gain
Life in your hand, to battle they went
Killed in field without firing a shot
Only death we'll find

When ashes rain, power men gain
Death in our hand, innocent lands
Tanks, killing tech, to rape mankind
Only death we'll find

When ashes rain, glory troops gain
Life in your hand, to battle they went
Killed in field without firing a shot
Only death we'll find

War for mercenaries
Score the bodies buried
Coffins sealed with blood
Afterworld filled with guts

Setting the score...

Acertando as Contas

Armas, armaduras, trazedores da morte
Aguardando o comando final
Vagueando, buscando os campos de sangue
A fortuna está nas mãos de todos
Lutando, morrendo, nas estradas da guerra
Sangue e ferro que acertam as contas
Sobrevivendo e contando uma história sangrenta
Pagando seu preço, sem coragem, sem glória

Sem glória...

Vikings, berserkers do norte
Romanos, hunos assassinados por diversão
Espartanos, índios, armas agora enferrujadas
Certo ou errado, ninguém julga
Honra, orgulho, morte e glória
Ataque aéreo, força terrestre, rugidos e fúria
Marchando pelos campos, incessantemente
Homens nunca aprendem até que a humanidade se vá

Quando as cinzas caem, o poder os homens ganham
Morte em nossas mãos, terras inocentes
Tanques, tecnologia de morte, para estuprar a humanidade
Só a morte vamos encontrar

Quando as cinzas caem, a glória as tropas ganham
Vida em suas mãos, para a batalha foram
Mortos no campo sem disparar um tiro
Só a morte vamos encontrar

Quando as cinzas caem, o poder os homens ganham
Morte em nossas mãos, terras inocentes
Tanques, tecnologia de morte, para estuprar a humanidade
Só a morte vamos encontrar

Quando as cinzas caem, a glória as tropas ganham
Vida em suas mãos, para a batalha foram
Mortos no campo sem disparar um tiro
Só a morte vamos encontrar

Guerra para mercenários
Contando os corpos enterrados
Caixões selados com sangue
Outro mundo cheio de tripas

Acertando as contas...

Composição: