Cosas que nadie oia
La zona esta difícil hay humo en todas partes
Serpientes venenosas que tratan de picarme
Amigos que traicionan y fingen ayudarte
pero ríen como hienas cuando logran derribarte
Si en la selva de hoy amigo yo estoy
La zona esta difícil cuantos ríos cruzaste ?
Hambrientos cocodrilos tratan de devorarte
Esperando pacientes ocultos bajo el agua
Esperando que cruces y caigas en sus fauces
Si en la selva de hoy amigo yo estoy
Si en la selva de hoy
Peleando por mi vida, peleando por mi vida
Peleándole a la vida, peleando por mi vida
La zona esta difícil buitres por todas partes
Esperando que mueras para despedazaste
Justicia es una trampa muy lenta y arrogante
Que atrapa ratoncitos pero nunca un elefante
Si en la selva de hoy amigo yo estoy
No quieran mis palabras cambiar algo en este mundo
Cambiarme a mí mismo es lo único que busco
Sobre las brazas de mi ego yo camine descalzo
Nadé en las turbulentas aguas de mi arrogancia
Atravesé desnudo el lente frío de tus ojos
Bajé canciones tibias de tu frío silencio
El humo de mis dudas yo lo hinale en el acto
Y me fui cantando cosas que nadie oía
Cosas que nadie oía
Cosas que nadie oía
Cosas que nadie oía
Cosas que nadie oía
Coisas que Ninguém Ouvia
A situação tá complicada, tem fumaça por todo lado
Serpentes venenosas tentando me picar
Amigos que traem e fingem te ajudar
Mas riem como hienas quando conseguem te derrubar
Se na selva de hoje, amigo, eu tô
A situação tá complicada, quantos rios você cruzou?
Cocodrilos famintos tentando te devorar
Esperando pacientemente, escondidos na água
Esperando você cruzar e cair nas garras deles
Se na selva de hoje, amigo, eu tô
Se na selva de hoje
Lutando pela minha vida, lutando pela minha vida
Enfrentando a vida, lutando pela minha vida
A situação tá complicada, urubus por toda parte
Esperando você morrer pra te despedaçar
Justiça é uma armadilha lenta e arrogante
Que pega ratinhos, mas nunca um elefante
Se na selva de hoje, amigo, eu tô
Não queiram que minhas palavras mudem algo nesse mundo
Mudar a mim mesmo é a única coisa que busco
Sobre as brasas do meu ego, eu andei descalço
Nadei nas águas turbulentas da minha arrogância
Atravessei nu o olhar frio dos seus olhos
Baixei canções mornas do seu silêncio gelado
A fumaça das minhas dúvidas eu inalei na hora
E fui cantando coisas que ninguém ouvia
Coisas que ninguém ouvia
Coisas que ninguém ouvia
Coisas que ninguém ouvia
Coisas que ninguém ouvia