Espejismos
Hueles a ciudad mojada en tu sonrisa
sientes un cambio venir
es la realidad que viene sin camisa
pues desnudo es su vivir.
Sientes que se excitan en tus pensamientos
sueños que hacen el amor
ahora te visitan cerca de tu aliento
sentimientos de rubor
que intentan desvanecer
tu naturalidad.
Puedes arañar tanto con tus ojos
hasta herir al la falsedad
y al moldear la paz en el mármol de tu enojo
tu cuerpo devastarás
Con los besos del cincel
que esculpe tu humanidad.
Susurran en tus oídos
las fabricas del placer
envasándote al vacío
el fruto de tu saber
y entonces poderte vender
a precios de vanidad
torturan a los dormidos
los sueños de la insensatez
que intentan desvanecer
tu naturalidad.
Hueles a ciudad mojada en tu sonrisa
sientes un cambio venir
torturan a los dormidos
los sueños de la insensatez.
Miragens
Você cheira a cidade molhada no seu sorriso
sente uma mudança chegando
é a realidade que vem sem camisa
pois nua é sua vida.
Você sente que se excitam em seus pensamentos
desejos que fazem amor
agora te visitam perto do seu hálito
sentimentos de rubor
que tentam se dissipar
sua naturalidade.
Você pode arranhar tanto com seus olhos
até ferir a falsidade
e ao moldar a paz no mármore da sua raiva
tua carne devastarás
Com os beijos do cinzel
que esculpe sua humanidade.
Sussurram em seus ouvidos
as fábricas do prazer
te envasando no vazio
o fruto do seu saber
e então poder te vender
a preços de vaidade
torturam os adormecidos
os sonhos da insensatez
que tentam se dissipar
a sua naturalidade.
Você cheira a cidade molhada no seu sorriso
sente uma mudança chegando
torturam os adormecidos
os sonhos da insensatez.