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De Nopal

Resorte

De Nopal

Nopal mi nombre mi sangre divina
mi ruina es la ceniza del abuso y la codicia
que se escuche bien que no te complace
que no te conviene callarte la boca y andar de roca en roca
mi pluma convoca ven olvida la derrota
sumandote a los que gritamos no mas, no menos
de lo que tenemos este es el grito de mi gente
tu cruz mi pesar mi revancha esta
en la espina mi dios el sol la guerra mueran
los que en tiempos de cruz la guerra mueran
lo que en tiempos de cruz Destrozaron nuestra luz
de nopal seremos de nopal nos moriremos
venceremos por la espina de nopal, de nopal

De Nopal

Nopal é meu nome, meu sangue divino
minha ruína é a cinza do abuso e da ganância
que se escute bem, que não te agrada
que não te convém ficar calado e andar de pedra em pedra
minha caneta convoca, vem, esquece a derrota
somando-se aos que gritamos não mais, não menos
do que temos, este é o grito do meu povo
tua cruz, meu pesar, minha revanche está
na espinha, meu deus, o sol, a guerra, morram
os que em tempos de cruz, a guerra, morram
os que em tempos de cruz destruíram nossa luz
seremos de nopal, de nopal, morreremos
venceremos pela espinha de nopal, de nopal

Composição: Resorte