Sobre Tierra
Sobretierra
No importa cuantos cuentos cuentas
No importa cuantos no importa
Cuantos cuentos cuentas
Sobretierra
No todo huele de una manera
Ni todo sabe o se ve
Desde la misma acera
Solo parece,
Que el sol alumbra y miente
Se va a dormir
Y siempre regresa
Por la misma acera
Sobretierra
No existe el silencio
Esta es la era
En que un eclipse
No ciega mas que a quien
Así lo quiera
Sobretierra
No importa cuantos cuentos cuentas
No importa cuantos no importa
Cuantos cuentos cuentas
Sobretierra
La idea va y viene
Va, viene y va
Como el mar que nunca se detiene
En movimiento está consciente
Y paciente
Dispuesto a revolcar
A el que seco se mantiene
Sobretierra
Falta juntar las rocas que andan sueltas
Las que andan sueltas, dispersas
Por no embonar y no ser tersas
Ligeras siempre listas
Con actitud y prisa
De llegar a acaparar
Siempre
Sobretierra
No importa cuantos cuentos cuentas
No importa cuantos no importa
Cuantos cuentos cuentas
Na Terra
Sobretierra
Não importa quantas histórias você dizer
Não importa como, não importa
Quantas histórias você dizer
Sobretierra
Nem tudo cheira de uma maneira
Nem tudo é conhecido ou
Da calçada
Basta pensar,
Que o sol brilha e mentiras
Vai dormir
E ele sempre volta
Na calçada
Sobretierra
No silêncio
Esta é a idade
Em um eclipse
Não mais do que cego que
Eles querem
Sobretierra
Não importa quantas histórias você dizer
Não importa como, não importa
Quantas histórias você dizer
Sobretierra
A idéia vem e vai
Vai, vem e vai
Como o mar que nunca pára
Movendo consciente
E do paciente
Disposto a chafurdar
A seca, que permanece
Sobretierra
Falta recolher as pedras estão soltas
Aqueles que estão soltos, dispersos
Não estar em forma bastante suave entre
Acenda sempre pronto
Com atitude e vontade de ajudar
Para chegar ao tesouro
Sempre
Sobretierra
Não importa quantas histórias você dizer
Não importa como, não importa
Quantas histórias você dizer