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Vozes do Silêncio

Retaliatory

Voices from the Silence

My life never exist I go dead still embryo
I don't ask to generate me
And nor die so coldly
I listen from the womb my mother
What she thinks
But don't I can make nothing
I'm soon human cells without destiny

After dead, I'm thou in the garbage as dregs
Forgotten by insane minds
What generate me?
And buried me alive
In a world without life
What the next?
Why? When till?

Voices from the darkness
Voices from the silence

My life never exist I go dead still embryo
Cells still alive defecation
By insane minds that generation me

Voices from the darkness
Voices from the death

Embryonic death
Death
Premature death

To your relief I'm go now
We did seen in the next hell
Want the next? Why?
When till? When till?

Vozes do Silêncio

Minha vida nunca existiu, eu vou morto, ainda embrião
Não pedi pra ser gerado
E nem pra morrer tão friamente
Eu escuto do ventre da minha mãe
O que ela pensa
Mas não consigo fazer nada
Sou apenas células humanas sem destino

Depois de morto, sou lixo no fundo do poço
Esquecido por mentes insanas
O que me gerou?
E me enterraram vivo
Em um mundo sem vida
Qual é o próximo?
Por quê? Até quando?

Vozes da escuridão
Vozes do silêncio

Minha vida nunca existiu, eu vou morto, ainda embrião
Células ainda vivas, defecando
Por mentes insanas que me geraram

Vozes da escuridão
Vozes da morte

Morte embrionária
Morte
Morte prematura

Para seu alívio, eu vou agora
Nos veremos no próximo inferno
Quer o próximo? Por quê?
Até quando? Até quando?

Composição: Luciano Arakati, Everaldo