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Tambores nas Profundezas

Return To Innocence

Drums In The Deep

Song of (the) last choir of souls desirable
And heart beating of the dark master
Throbs in the veins of black blood
On the wings of fire embraced in ice
Gold butterfly in the black blossom's sea
Supported by earth, not the sun
Engagements of light and dark
Breed a crowd of gray undead.
In the silence sounds a drum's storm
Kettle drums from depths of past
In the dateless chambers wakes anger
From silent cobwebs quickens a stone

Drums in the deep, sad accompany
Accompany of wrath music
Wrath of wind, water and sun.

White sand flows through my fingers
And i'm parting with every grain
With every throb of earth's life
With every tree in its arms.
Black tears drip over my cheeks
Pleasure and madness in the eyes
As cheering rays of the last day
I am coming a part of dust and stars

In the silent sounds a drums storm
Kettle drums from depths of past
In the dateless chambers wakes anger
From silent cobwebs quickens a stone.

Storm calmed, drums hushed
And a new sun has risen, new springs have burst
Unfettered with any arm
From dust and wreck flowered a tree.
Souls of martyrs expired wrath is gone
Only a memory like a drop is left
Blood drop on the bloom of tree of life

Tambores nas Profundezas

Canção do último coro de almas desejáveis
E o coração pulsando do mestre das trevas
Bate nas veias de sangue negro
Nas asas de fogo abraçadas ao gelo
Borboleta dourada no mar da flor negra
Apoiada pela terra, não pelo sol
Compromissos de luz e escuridão
Geram uma multidão de mortos-vivos cinzentos.
No silêncio soa a tempestade dos tambores
Tambores de panela das profundezas do passado
Nas câmaras sem data desperta a raiva
Das teias de aranha silenciosas, uma pedra se agita

Tambores nas profundezas, triste acompanhamento
Acompanhamento da música da ira
Ira do vento, da água e do sol.

Areia branca escorre entre meus dedos
E estou me separando de cada grão
Com cada pulsar da vida da terra
Com cada árvore em seus braços.
Lágrimas negras escorrem pelas minhas bochechas
Prazer e loucura nos olhos
Como os raios vibrantes do último dia
Estou me tornando parte de poeira e estrelas

Nos sons silenciosos, uma tempestade de tambores
Tambores de panela das profundezas do passado
Nas câmaras sem data desperta a raiva
Das teias de aranha silenciosas, uma pedra se agita.

Tempestade acalmada, tambores silenciados
E um novo sol nasceu, novas fontes brotaram
Desatadas de qualquer braço
Da poeira e destroços floresceu uma árvore.
Almas de mártires, a ira expirou
Apenas uma memória como uma gota restou
Gota de sangue na flor da árvore da vida.

Composição: