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Toque as Estrelas

Return To Innocence

Touch the Stars

At evens used to hear the tempting Angel's song,
over spans of human bones dinging in the sky.
Boundless desire trying to vault through the time'
tween death and stable humaness.
From elds handing over the collusion with heaven,
for bow to death they want to touch the stars.
Just touch for a moment to feel like gods,
control awhile the flow of human streams.

Choirs of birds will hush, when envoys of death come down,
to a war that humans can never win,
caused by foolishness and disrespect to the star rulers.
Inert bodies will grace a hides of fields,
like blooms of death looking up the sun.
And hundreds of grooms start their grass on the dead,
trim their brothers as a tax to their gods.
aneled head sits on the throne of anguish.

Crowds of rats lie underfoot.
Ruler's char offers a kid and may rats drink its blood.
Calix of wordly blood born from mouth to mouth.
With desire stronger than sense.
Imbibed with the blood gone you feel,
It's the blood been drunk in the dry clay.
Unaware you're part of it,
You won't awake and no way back.

At evens used to hear the tempting Angel's song,
over spans of human bones dinging in the sky.

Toque as Estrelas

Ao entardecer costumava ouvir a canção tentadora do Anjo,
sobre extensões de ossos humanos tilintando no céu.
Desejo sem limites tentando saltar através do tempo
entre a morte e a humanidade estável.
Dos campos entregando a conivência com o céu,
para se curvar à morte, eles querem tocar as estrelas.
Apenas tocar por um momento para se sentir como deuses,
controlar por um tempo o fluxo dos rios humanos.

Coros de pássaros vão silenciar, quando os emissários da morte descem,
para uma guerra que os humanos nunca poderão vencer,
causada pela tolice e desrespeito aos governantes das estrelas.
Corpos inertes vão adornar os campos,
como flores da morte olhando para o sol.
E centenas de noivos começam seu gramado sobre os mortos,
aparando seus irmãos como um tributo a seus deuses.
Cabeça em pena se senta no trono da angústia.

Multidões de ratos se espalham sob os pés.
O trono do governante oferece uma criança e os ratos podem beber seu sangue.
Cálice de sangue mundano nascido de boca em boca.
Com um desejo mais forte que o bom senso.
Embriagado com o sangue que se foi, você sente,
É o sangue que foi bebido na argila seca.
Sem saber que você é parte disso,
Você não vai acordar e não há volta.

Ao entardecer costumava ouvir a canção tentadora do Anjo,
sobre extensões de ossos humanos tilintando no céu.