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Tempestade de Guerra

Revilement

War Storm

Tide of blood, wash ashore
Roll across, coastal plain
Enveloping, the heartland
Fed by the, constant rain
Fueling the, machines of war
Crushing innocents, in their path
Voice of protest, silenced soon
Carry on, the bloodbath

Explosions sound, blackened sky
Thick smoke chokes, out the light
Thunder rips, across the land
Pleading for, reprieve of night
Even darkness, brings no solace
No relent, from mindless slaughter
Bullets find random targets
Red consumes, bluest waters

Cyclonic winds of carnage
Laying everything to waste
Cities lie in decimation
No time for mercy in our haste

A hurricane of innocents
Eradicated to the next realm
Only one escape from tyranny
When the hawks are at the helm

Cannot take, anymore
Watching children, die in war
Cannot sleep, in the night
When the wrongs, control what's right

How many, more must die?
Before admitting, their mistake
May they choke, on their lies
And their souls, will conflagrate

Bastards rot, for what they've done
Wealth cannot, help you run
How many lives, is it worth?
We'll seek revenge, in our rebirth

Lives erased, in your name
Fucking sick, sadistic game
Inflict on you, pain you've caused
No remorse, for your life lost

Tempestade de Guerra

Maré de sangue, chega à praia
Rola pela, planície costeira
Envolvendo, o coração do país
Alimentada pela, chuva constante
Aquecendo as, máquinas de guerra
Destruindo inocentes, em seu caminho
Voz de protesto, logo silenciada
Seguir em frente, o banho de sangue

Explosões soam, céu enegrecido
Fumaça densa sufoca, a luz
Trovão rasga, a terra
Implorando por, alívio da noite
Mesmo a escuridão, não traz consolo
Sem trégua, do massacre sem sentido
Balas encontram alvos aleatórios
Vermelho consome, as águas mais azuis

Ventos ciclônicos de carnificina
Deixando tudo em ruínas
Cidades em devastação
Sem tempo para misericórdia na nossa pressa

Um furacão de inocentes
Erradicados para o próximo reino
Só há uma fuga da tirania
Quando os falcões estão no comando

Não aguento mais, ver
Crianças morrerem, na guerra
Não consigo dormir, à noite
Quando os erros, controlam o que é certo

Quantos mais, precisam morrer?
Antes de admitir, seu erro
Que eles se afoguem, em suas mentiras
E suas almas, vão se incinerar

Filhos da puta apodrecem, pelo que fizeram
Riqueza não pode, te ajudar a fugir
Quantas vidas, vale isso?
Buscaremos vingança, em nosso renascimento

Vidas apagadas, em seu nome
Jogo do caralho, sádico e doente
Causar a você, a dor que você provocou
Sem remorso, pela sua vida perdida

Composição: